Home DESTAQUE Scaloni pede adversários mais fortes para a Argentina e admite: “Não há muitas alternativas”

Scaloni pede adversários mais fortes para a Argentina e admite: “Não há muitas alternativas”

Técnico gostaria de enfrentar seleções de maior nível, mas destaca dificuldades para fechar os compromissos

Luiz Gustavo Moreira
No jornalismo desde 2011, já foi setorista do Botafogo e do Fluminense pelo Lance! e depois trabalhou em assessorias de imprensa. Respira esporte desde a infância e acompanha todo tipo de competição, principalmente se for de futebol, basquete ou futebol americano.
Scaloni pede adversários mais fortes para a Argentina e admite: “Não há muitas alternativas”

Lionel Scaloni em entrevista coletiva (Crédito: Divulgação/AFA)

Lionel Scaloni gostaria que a Argentina enfrentasse adversários mais fortes nos próximos amistosos. Depois da goleada por 7 a 0 sobre Burkina Faso, o treinador admitiu que prefere medir forças com seleções de maior nível, mas reconheceu que o calendário internacional dificulta a realização desses confrontos.

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Segundo o técnico, muitas equipes já têm compromissos definidos para as próximas Datas Fifa. Por isso, a Argentina encontra poucas opções disponíveis para escolher seus adversários.

– Não temos muitas opções. Há poucas equipes livres. Não é que possamos escolher; está tudo já fechado ou bloqueado. Certamente iremos jogar fora. Logicamente, eu gostaria de enfrentar rivais de peso, mas não há muitas alternativas – disse Scaloni, em entrevista coletiva.

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Scaloni relativiza dificuldade dos adversários

Apesar de defender testes mais exigentes, Scaloni ponderou que o nível de uma partida não depende necessariamente da reputação do adversário. O treinador lembrou que a Argentina já passou por dificuldades contra seleções consideradas inferiores.

– Chegamos ao mais alto nível sem enfrentar esses rivais. Na Copa do Mundo, o jogo em que mais sofremos foi contra uma seleção que, teoricamente, era de baixo nível. Isso é relativo – comentou.

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Além disso, o comandante destacou que os amistosos servem para avaliar o comportamento dos jogadores. Mesmo diante de uma equipe menos tradicional, Scaloni entende que a seleção pode tirar conclusões importantes:

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– Dessas partidas, sempre tiramos conclusões. É preciso observar a maneira como os jogadores encararam o jogo. Não se viu uma equipe relaxada, e nós temos muito a perder nesses jogos.

Jovens ganham espaço na Argentina

A sequência de compromissos também permitiu que Scaloni observasse novos jogadores. Antes de Burkina Faso, a Argentina havia enfrentado a Bolívia. O técnico aprovou a participação dos jovens e destacou a energia que eles levam ao grupo.

Por outro lado, Scaloni pediu que os atletas mais novos não sejam pressionados excessivamente pela responsabilidade de defender a seleção:

– Não se deve sobrecarregá-los com a responsabilidade de vestir a camisa da Argentina; já existem outros que fazem isso e precisam ajudá-los.

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Messi terá despedida da seleção

Na próxima terça-feira, a Argentina enfrentará o Benin, em uma partida especial para Lionel Messi. O confronto marcará a despedida do craque da seleção após 21 anos defendendo a Albiceleste.

– Será um dia inesquecível para todos. Todos querem estar nessa partida, e só resta aproveitar o momento. Tê-lo em campo é algo único; o que ele transmite dentro das quatro linhas, aos companheiros e aos adversários, é algo que não vi em mais ninguém. É disso que se sentirá mais falta nele – finalizou.

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