Home Mídia Esportiva e bastidores CBF ainda não fechou direitos da Copa do Brasil e da Série B a partir de 2023

CBF ainda não fechou direitos da Copa do Brasil e da Série B a partir de 2023

Entidade máxima do futebol brasileiro não fechou acordos pelas transmissões de dois de seus principais torneios

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

A CBF ainda não fechou acordos para as transmissões da Copa do Brasil e do Brasileirão Série B a partir de 2023. Ambos pertencem ao Grupo Globo, e segundo o jornalista Flávio Ricco, colunista do R7, tudo parece “deixa como está para ver como é que fica”.

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Quanto à Copa do Brasil, as negociações seguem paralisadas. A Globo é favorita para renovar por um valor na casa dos R$ 500 milhões, voltando a compartilhar as transmissões com a Amazon. Em contrapartida, o SBT tem interesse e pode fazer uma proposta pelos direitos. O que se sabe atualmente é que a CBF não abriu licitação e espera apenas receber ofertas.

Sobre a Série B, os direitos com a Globo terminam no fim de 2022, mas até agora não há definição sobre uma renovação com a Globo, se será automática, se haverá mudanças no atual acordo com a entidade, ou se alguém está interessado nos direitos de transmissão.

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Série B tem negociação “delicada”

Até agora, nenhuma licitação foi aberta, e se aumenta a impressão de que a Globo irá renovar os direitos que já possui, como já citado acima pela Copa do Brasil. Quanto à Série B, o mesmo jornalista Flávio Ricco chamou a atenção sobre a dificuldade nas negociações. Isso porque os valores sobre os direitos envolvem interesses de diversos clubes.

“Sabe-se que por aqui a negociação é sempre mais delicada, porque envolve interesses de uma Associação de Clubes e dos que são rebaixados da Série A”, publicou o colunista do R7.

Ricco ainda questionou as decisões tomadas pela CBF quando o assunto são os direitos de transmissão esportiva.

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“Aliás, tempo vai, tempo vem, e a impressão é que a CBF continua nas mãos dos seus mesmos donos de sempre. Nem a preocupação de disfarçar ou trocar os nomes existe mais.”

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