Com uma série de desfalques, o Palmeiras enfrenta o Atlético em jogo marcado para às 21h45 (de Brasília), no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Além de Abel Ferreira, expulso na rodada passada, o Verdão ainda tem jogadores suspensos e convocados para amistosos.
Na Rádio Bandeirantes, Milton Neves palpitou sobre o duelo entre paulistas e mineiros. Na sua opinião, o Atlético vencerá o Palmeiras. “Será 4 a 1 para o Galo. Iremos tirar a barriga da miséria”, disse Milton.
No gol, Marcelo Lomba ganha umva nova oportunidade entre os titulares, enquanto que Kuscevic fará dupla de zaga com Murilo. A boa notícia é que Piquerez, desta vez, não foi chamado pelo Uruguai e fica à disposição. Na vaga de Zé Rafael, Atuesta é o favorito. Por fim, Breno Lopes deve formar o trio de ataque com Dudu e Rony.
Pela frente, o Palmeiras terá um Atlético bastante pressionado pela vitória. Cuca e jogadores são constantemente cobrados por uma reação imediata.
Atlético quer o G4
Em sétimo lugar com 40 pontos, o Atlético sabe que hoje só a vitória interessa. Depois de ser derrotado pelo Avaí, no último sábado, a cobrança da torcida elevou. O Palmeiras, por sua vez, lidera com 57.
– A gente nunca vai desistir, deixar de lutar pela vitória. Não falta raça. Temos que treinar, ajustar no dia a dia, e transmitir isso para os torcedores. Eles são apaixonados, se vence, é tudo bem. Quando não vence, direito deles cobrarem. Sabemos do nosso esforço diário para a vitória voltar. Ficamos chateados, porque sabemos do nosso esforço, e as coisas não saem conforme o planejado – diz Jemerson.
– A gente já está trabalhando forte, duro, diariamente. Para, quando chegar nos jogos, desempenhar nosso futebol da melhor maneira possível. As vezes não acontece o resultado. É um erro aqui, outro lá. O que devemos fazer é retomar a confiança, trabalhar forte.
Reação
Criticado pela torcida, Cuca dá razão as críticas, mas promete muito trabalho e quer arrancada nestas 11 rodadas finais.
“O torcedor pode ficar tranquilo num ponto: os caras estão sendo cobrados. E muito cobrados. Às vezes, até além do que a gente pode. Duramente cobrados. Por mim, pelo Rodrigo. A gente não está aqui de braços cruzados. Ninguém aqui está contente, satisfeito”, pontuou o treinador.
“As cobranças que a gente faz internas. Ninguém vai aqui expor jogador ‘A, B ou C’. Pelo contrário: todos nós perdemos, perdemos juntos. E a gente ainda tem 11 rodadas para, quem sabe, a partir da próxima, que é contra o Palmeiras, dar a arrancada em busca da classificação para a Libertadores”, completa.

