Antes da realização das eleições no Brasil, Neymar revelou seu apoio para Jair Bolsonaro. Em vídeo compartilhado na web, o camisa 10 do PSG surgiu sinalizando o número do presidente com um jingle do candidato de fundo. Dessa forma, como virou alvo de críticas, o próprio atacante se manifestou em publicação nas redes sociais, afirmando que apenas exerceu o direito baseado na democracia.
“Falam em democracia e um montão de coisa, mas quando alguém tem um opinião diferente é atacado pelas próprias pessoas que falam em democracia. Vai entender”, escreveu.
Falam em democracia e um montão de coisa, mas quando alguém tem um opinião diferente é atacado pelas próprias pessoas que falam em democracia. Vai entender 😂🤷🏽♂️
— Neymar Jr (@neymarjr) September 30, 2022
Neste cenário, segundo reportagem da Revista Veja, a CBF optou por exercer uma posição cautelosa sobre o assunto. Através de uma fonte consultada pelo veículo, a entidade sinalizou que cada jogador é responsável por sua preferência política, mas o assunto não entrou em pauta durante os últimos amistosos, já que o foco é totalmente na Copa do Mundo.
“Se ele quer se manifestar, as consequências são dele. Na vida pessoal, cada um administra a própria imagem. A CBF está fora de questões políticas, focada na Copa do Mundo”, afirmou a pessoa ligada a federação.
Casagrande não poupou Neymar
Como a preferência de Neymar ganhou uma repercussão gigantesca, personalidades reprovaram a escolha do craque por Bolsonaro. Diante disso, Casagrande, líder da Democracia Corinthiana, revelou que não vai mais torcer pelo Brasil quando o atacante do PSG estiver em campo.
“Neymar mostrou sua incoerência, alienação e falta de consciência social. Não torço contra a Seleção, mas de hoje em diante, não torcerei mais quando Neymar estiver em campo. Sabem por quê? Porque eu amo o meu país“, pontuou em sua coluna no UOL Esporte.

