Passando a acompanhar de perto os clubes do Rio de Janeiro, Ana Thaís Matos, em entrevista ao Charla Podcast, rasgou elogios para o Botafogo. Dessa forma, ela considera que o Glorioso possui fortes méritos em ser o líder do Brasileirão e fez questão de exaltar Adryelson. Na visão da comunicadora, o zagueiro, mesmo com concorrentes de peso, é o melhor zagueiro em atividade no futebol nacional.
Ao lado de Cuesta, Adryelson se firmou como um dos pilares do Botafogo. Além do defensor, Ana Thaís elogiou Tchê Tchê, atleta importante pelos clubes que passou, e Lucas Perri, que vem sendo cotado para defender a seleção brasileira pelo ótimo desempenho no Botafogo.
“Hoje, eu acompanho muito mais o futebol carioca do que o paulista. Se você me perguntar, eu sei mais sobre o Botafogo do que o São Paulo. Eu estou aqui, na rua o cara do Botafogo está conversando, o vascaíno está conversando… eu acabo sendo escalada para fazer muito futebol carioca. A diferença é que você não pode se bastar por isso.”, disse.
“Não é por acaso liderar tantas rodadas em um início de Campeonato Brasileiro, se impondo diante de forças como o Flamengo, eles amassaram. Eu sou muito fã do Tchê Tchê, é um cara muito intenso e tem uma história de vida incrível, é um fenômeno. Eu não consigo dizer que é um jabuti na árvore, mas a temporada é muito longa, outubro costuma ser um mês difícil porque tem muitas lesões (…) O Botafogo tem um futebol físico, eu falo que são as torres gêmeas, todo mundo tem um 1.85m naquele time… o Adryelson, para mim, é o melhor zagueiro do futebol brasileiro hoje, fora que brilha muito no meu Cartola (risos). O Lucas Perri joga muito.”, completou.
Alerta de Ana Thaís
Apesar da liderança do Botafogo, Ana Thaís ressaltou que o mês de outubro pode determinar o destino do Brasileirão. Sendo assim, o sucessor de Luis Castro terá que saber trabalhar com eventuais lesões, algo que pode fazer o clube carioca reforçar o elenco na janela de transferências.
“O que me preocupa é a questão física e como esse time vai segurar por muito tempo. Outubro é um mês crítico porque surgem lesões. Administrar elenco é o grande diferencial dos treinadores no futebol brasileiro, por isso os estrangeiros sofrem, o Vítor Pereira sofreu muito no ano passado.”, analisou.

