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Casagrande alerta o SPFC e aponta “time a ser batido” no futebol brasileiro

Comentarista recordou temporada frustrante do Flamengo e fez questão de emitir aviso ao Tricolor

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.
Casagrande alerta o SPFC e aponta “time a ser batido” no futebol brasileiro

Casagrande, apresentador do podcast "Casão Pod Tudo" (Reprodução)

Atual campeão da Copa do Brasil e da Supercopa, o São Paulo busca seguir no caminho dos títulos. Recebendo Julio Casares no programa “Casão Pod Tudo“, no YouTube, Casagrande quis saber os próximos passos do clube. Mesmo com as conquistas recentes, o presidente sinalizou que será necessário reforçar o elenco para levantar mais troféus.

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“Quais são os planos do São Paulo para 2024? Vocês acham que têm um time suficiente para bater de frente na Libertadores, na Copa do Brasil de novo, e no Brasileiro? Qual o objetivo principal?”, perguntou Casagrande.

“Nós temos um bom elenco, mas temos que reforçar duas ou três posições pontuais, o que não é fácil.”, respondeu Casares.

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Logo depois, Casagrande alertou sobre uma possível empolgação exagerada no São Paulo. Citando o ano sem títulos do Flamengo, o ex-jogador acredita que o Tricolor precisa encarar o futuro com cautela. Apesar disso, o Rubro-Negro não foi subestimado, tendo em vista a força do elenco de Tite.

“Quem tudo quer acaba sem nada. O exemplo é o Flamengo no ano passado. Tinha um timaço, 300 finais pela frente, pensou em todas, e acabou sem nenhum (título). É um grande time neste ano, é um time a ser batido.”, avisou Casão.

Missão do SPFC no mercado da bola

Se aprofundando nas carências do São Paulo, Casares revelou que até três reforços podem ser contratados. No entanto, como o mercado está inflacionado, o presidente deixou claro que não será fácil preencher as lacunas no plantel.

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“‘Precisamos de um centroavante para ser opção ao Calleri, um lateral-esquerdo, talvez um zagueiro canhoto…você tem que estabelecer as posições e as possibilidades de mercado”.

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“É muito difícil. Por exemplo, quem é o centroavante que está aí no mercado, que não seja muito caro, 8 milhões de euros, imagino, que seja possibilidade. Você começa a vasculhar, Série B, não acha um lateral-esquerdo? É difícil. Quando surge a oportunidade, estamos atentos. Sabemos nossas carências. Elenco precisa ser um pouco mais recheado.”, afirmou.

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