Home Futebol Dudamel quer ‘caráter vencedor’ dos jogadores e avalia pressão por resultados

Dudamel quer ‘caráter vencedor’ dos jogadores e avalia pressão por resultados

Atlético terá dura missão no jogo da volta, no Independência

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

A estreia do Atlético-MG na Sul-Americana não foi das melhores. Em Santa Fé, na Argentina, o Galo acabou derrotado pelo Unión por 3 a 0. O placar, porém, poderia ter sido ainda maior não fossem as intervenções do goleiro Michael e uma boa dose de sorte.

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Durante os 90 minutos, o Atlético manteve a posse de bola, mas pouco incomodava o adversário, que se aproveitava dos vacilos do rival para criar perigo. Na entrevista coletiva, o técnico Rafael Dudamel não escondeu sua decepção pela postura dos seus comandados.

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Segundo o venezuelano, é preciso que os jogadores tenham espírito competitivo em confrontos deste nível.

“Nós tentamos jogar bem, mas isso tem que ser acompanhado por maior caráter competitivo, para que reunamos elementos de uma equipe ganhadora. Não é fácil construir uma equipe ganhadora, não é fácil. Por isso, digo que sei onde estou parado, sei quanto tenho que construir. Vamos trabalhar e forjar esse caráter que uma equipe ganhadora tem”, avaliou.

No próximo dia 20, em Belo Horizonte, o Atlético não terá vida fácil para reverter o cenário. Apesar do pouco tempo de trabalho, Dudamel sentiu ontem as primeiras cobranças por resultados.

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“Seja no Brasil, na Argentina, em todas as partes do mundo, os resultados são os inimigos do treinador. Isso é normal. Tenho cinco partidas no Atlético, duas vitórias, dois empates e uma dura derrota na primeira saída internacional. Mas minhas convicções não me permitem trabalhar diante da sombra da inseguridade. Sei onde estou, sei dos jogadores que eu tenho, mas é preciso que haja consciência de todos”, concluiu.

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