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Sindicato dos Atletas pressiona CBF sobre redução salarial: “Inegociável”

O Sindicato dos Atletas colocou em pauta a situação da redução salarial, além de pressionar politicamente a CBF acerca das decisões

Luis Fernando Filho
Jornalista formado, 23 anos, e fanático pelo futebol bem jogado para além das quatro linhas.

Crédito: Lucas Uebel/Grêmio

Diante do atual cenário da expansão do coronavírus, o Sindicato dos Atletas do Rio Grande do Sul exigiu posição da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) sobre redução salarial.

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Dessa forma, o presidente da entidade, Paulo Mocelin, falou publicamente sobre as possíveis medidas acerca do trabalho gerado pelos atletas profissionais.

“Essa proposta é totalmente rechaçada pela categoria. Redução salarial é algo inegociável. Os atletas até podem aceitar um parcelamento dos vencimentos e aceitam discutir também a antecipação das férias. Mas o ‘perdão salarial’ é algo inegociável”, disse o presidente.

A ideia do Sindicato dos Atletas é rechaçar qualquer tentativa de rachadura entre os direitos trabalhistas dos jogadores profissionais. Inclusive, dos representantes da dupla Grenal.

Além disso, o presidente da entidade afirmou que vem conversando com os jogadores de Grêmio e Internacional, mas também com os profissionais do interior gaúcho.

Sindicato dos Atletas pressiona a CBF

Paulo Mocelin disse que as conversas com os profissionais do estado tende a formular propostas para combater os ataques aos direitos trabalhistas, por exemplo.

Sobre a futura proposta diante do cenário agravado pelo coronavírus, o presidente do Sindicato dos Atletas pressionou a CBF para tomar um posicionamento oficial.

“Estamos montando uma proposta e em breve vamos apresentá-la aos atletas. Entendemos também que é hora de a CBF se coçar. Ela é a entidade maior e ela até agora não se pronunciou sobre dar um auxílio aos clubes”, disse.

“Dar férias coletivas para os atletas dos clubes do interior, por exemplo, é algo complicado, porque os contratos deles já estão acabando. Os campeonatos teriam que ser estendidos. Mas o Estadual, por exemplo, eu tenho quase convicção de que não será retomado, pois não existem datas suficientes no calendário, completou.

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