7 jogadores que brilharam na base, mas não vingaram no profissional

Alguns atletas não conseguem manter o desempenho de quando estavam na base

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Jean Chera decepcionou no futebol profissional (Reproducao/Youtube)

A máxima de que o futebol de base e o futebol profissional são totalmente diferentes se cumpre para alguns jogadores que se destacam entre os mais jovens.

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Veja 7 jogadores que brilharam na base, prometiam muito, mas não vingaram:

Jean Chera
Símbolo do assunto, Jean Chera chamou a atenção do Brasil após vídeos de seus lances no Santos explodirem na internet. Seu pai logo tentou negociar um contrato milionário com o Peixe, que não aceitou. Antes da batalha se tornar judicial, Jean assinou com o Genoa, da Itália, mas ficou poucos meses por lá e voltou.

Passou ainda pela base de vários clubes como Flamengo, Cruzeiro e Athletico Paranaense, mas nunca jogou no profissional. Só estreou no Oeste, clube que o deu chance em 2013, mas não rendeu. Passou por vários clubes e deixou o futebol em 2017, aos 22 anos, no Sinop-MT.

Mosquito
O atacante brilhou na categoria sub-17, quando pertencia ao Vasco e era nome certo na Seleção Brasileira. Se tornou alvo de disputa judicial quando assinou com o Athletico Paranaense, onde também teve bom início. O atleta voltou para o Vasco e o vai-e-vem parece ter feito mal, já que Mosquito nunca mais repetiu o bom futebol.

Passou pelo modesto Llagostera, da Espanha, e passou a rodar. Chegou a atuar no Arsenal de Sarandí, da Argentina, e atualmente está em sua segunda passagem pelo Boavista-RJ. Aos 24 anos, não marcou nenhum gols nos últimos 23 jogos que disputou, segundo o site O Gol.

Robert
Promessa que parecia certa no Fluminense na base, Robert estreou no profissional em 2014, mas mostrou problemas extracampo antes mesmo da maioridade. Mesmo assim foi contratado por empréstimo para ficar um ano no Barcelona B, mas fracassou por lá. Voltou ao Fluminense e se mostrou acima do peso. Rodou por empréstimo por clubes como o Paysandu e logo foi para o futebol asiático, onde defendeu duas equipes de Hong Kong.

O meia está no Boavista-RJ para a temporada 2020, mas ainda não entrou em campo.

Kerlon
O jogador apareceu para o Brasil no Cruzeiro, especialmente por fazer o drible “foquinha”, em que carregava a bola na cabeça e só poderia ser parado com falta. O atleta, porém, não aproveitou a chance que teve ao ser contratado pela Inter de Milão em 2007. Passou por empréstimo por Ajax, Chievo, até voltar ao Brasil para defender o Paraná.

Sem sucesso em clube algum e sem contrato com a Inter desde 2012, passou por Japão, Malásia, Malta, até por Barbados. Se aposentou em 2017, no Spartak Trnava, da Eslováquia.

Samuel
O jogador foi uma promessa do Atlético-MG e disputou o Mundial sub-17 com a Seleção Brasileira em 2005. Subiu para o time principal do Galo em 2008, mas não fez grandes jogos até ser emprestado ao Paços de Ferreira, de Portugal, em 2010. O atleta passou a sofrer com lesões e não conseguiu sequência. Deixou o futebol em 2013, aos 25 anos, após empréstimo ao Villa Nova-MG.

Vinícius Nunes
O lateral foi uma das grandes promessas da base do Palmeiras e ficou no clube de 2005 a 2010, quando inspirou seu contrato e o Rio Claro o contratou. O atleta rodou por clubes do interior, sem grande sucesso em nenhum deles, e seu último registro foi no Itumbiara, em 2015. O atleta chegou a disputar competições pela Seleção Brasileira de base.

Tácio
O atleta foi uma das grandes promessas do futebol baiano na década passada, mas não rendeu nem próximo ao esperado no Vitória e começou a passar por empréstimos. O meia jogou em vários clubes na Bahia, como Juazeirense e Galícia, e deixou o futebol em 2017. Em 2020, porém, Tácio voltou a jogar e atualmente defende o Jacyobá-AL.

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