Torcedor do Corinthians, Padre Marcelo é fã de Tite, foi “talismã” em 2012 e não fala palavrão em jogos

Religioso tenta manter a postura durante as partidas do Timão

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

O Padre Marcelo Rossi, um dos religiosos mais conhecidos do Brasil, é torcedor do Corinthians e foi muito presente na vida recente do clube.

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Em 2012, ano da conquista da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes, foi quase um “talismã”, já que Tite é um devoto fiel e frequentou as missas do Padre desde o início do mesmo ano.

“O Tite vai às minhas missas toda quinta”, revelou Padre Marcelo Rossi em entrevista no programa Altas Horas, em abril de 2012.

“Eu não vou mais aos jogos de futebol porque uma vez, em um jogo entre Corinthians e Portuguesa, ouvi dos corintianos o grito “Doutor, eu não me engano, o padre Marcelo é corintiano” e, dos outros torcedores, coisas que não dá para falar. Mas gosto bastante.”

Desde a revelação, a ligação entre Corinthians o religioso se tornou mais constante e ele esteve presente no CT na semana da decisão da Libertadores, além de inaugurar a capela ecumênica do local.

Foi chamado para dar a bênção em diversas ocasiões e foi lembrado poucos dias antes do embarque para o Japão, onde o Corinthians venceu o Chelsea.

Em janeiro de 2013, o presidente Mario Gobbi, Tite e Cássio levaram a taça do Mundial de Clubes para que o Padre a abençoasse.

Segue torcedor
Tite voltou ao Corinthians em 2015 e a relação do Padre com o clube seguiu parecida. No início do mesmo ano, foi convidado para entrar em campo antes do amistoso contra o Corinthian-Casuals-ING, que marcava o início da pré-temporada do clube.

Em entrevista ao SporTV, no mesmo dia, revelou que nunca deixou de acompanhar o Corinthians, mas disse que não fala palavrões ao assistir aos jogos.

“Eu não falo palavrão na hora do jogo, por incrível que pareça. Por educação, independentemente de fé, eu parei de falar palavrão aos oito anos”, fez a revelação.

“Lógico que eu torço pelo Corinthians, mas peço por um futebol que ninguém se machuque, que o Cássio possa render o melhor possível nas defesas, que o Tite possa ser iluminado nas mudanças.”

No fim do mesmo ano, o Corinthians foi campeão brasileiro pela sexta vez, Tite seguiu para 2016, mas logo saiu para comandar a Seleção Brasileira.

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