Sheik reclama do Palmeiras e diz que rival desrespeitou o Corinthians na final de 2018

Dois anos depois da final do Paulistão, a decisão ainda rende repercussão dos que fizeram parte da partida polêmica

Rogério Araujo
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

Após dois anos da polêmica final do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Corinthians no Allianz Parque, a decisão ainda repercute entre os protagonistas daquela partida.

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O ex-atacante Emerson Sheik, campeão com o Timão em 2018, afirmou que o rival faltou com respeito com o adversário antes da segunda partida da final. O time alviverde tinha vencido o primeiro duelo por 1 a 0. Após o Corinthians repetir o placar na volta, o título foi definido nos pênaltis.

“Por vezes, e no futebol tem isso, o respeito é muito importante, o respeito, a humildade. O Palmeiras era o favorito ao título? Eu, sinceramente, acho que era, porque levou uma vantagem, diante de sua torcida, com um time muito caro, era o favorito, só que a humildade e os 90 minutos, eles esqueceram, principalmente porque estavam jogando contra uma camisa que tem uma história linda, inclusive dentro dessa competição, que é o Paulistão”, disse Sheik em uma live da Federação Paulista de Futebol.

“Acho que o Corinthians deveria ter sido mais respeitado pelo Palmeiras, que inclusive, parece, a gente não tem como provar isso, parece que tinham preparado uma festa. Não estou criando polêmica em relação ao Palmeiras, diria isso em relação a qualquer outro clube, inclusive do Corinthians, não se comemora antes. Você joga, ganha, e depois se comemora”, completou o ex-jogador, que ainda destacou a conquista.

“Foi importante ganhar o Paulista, porque praticamente todos os jogos o Fábio me usava, eu entrava em quase todos os jogos, tive uma participação muito grande, colaborei, com isso veio o pedido para ficar até o final do ano, com a performance no Paulista eu ganhei o convite até o final da temporada jogando, e foi extremamente importante, porque todos os meus planos deram certo, ou seja, voltar para o clube que eu amo, que eu me identifico, disputar um Paulista, que é o maior regional do nosso país, ganhar, e encerrar a carreira. Só que a pedido do professor Fábio Carille, eu fiquei até o final do ano”, concluiu.

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