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Taekwondo no Brasil: veja principais atletas e conquistas importantes do país na modalidade

Esporte foi introduzido no Brasil no início dos anos 1970, tendo São Paulo como marco inicial

Cido Vieira
Jornalista formado e apaixonado por futebol desde criança. No Torcedores.com desde o ano de 2017, já acumulei diversas funções no site e atualmente me dedico a cobertura do futebol nordestino. No Twitter @cidovieira90.

Crédito: Alexandre Loureiro/COB, Jonne Roriz/COB, Wander Roberto/COB e Washington Alves/COB

Originário da fusão de três estilos de caratê – Shotokan, Shudokan e Shito-ryu – o Taekwondo surgiu durante do Japão na coreia, e se difundiu pelo mundo mundo ao longo do século passado. No Brasil, o esporte teve o seu debute em julho de 1970, após a International Taekwondo Federation enviar vários mestres com o intuito de desenvolver e propagar a modalidade.

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Duas décadas depois dos primeiros passos, o Taekwondo brasileiro atingiu seu primeiro feito expressivo. Em 1991, o país faturou sua primeira medalha na história dos Mundiais com Jorge Gonçalves, que ano mais tarde se tornou referência para os mais jovens que buscam o sucesso no esporte. Entre eles o campeão Panamericano Ibis Aires e Igor Clemente, membro da seleção brasileira por muitos anos.

A conquista mais emblemática em 1991 foi a medalha de ouro de Fábio Goulart, no Pan de Cuba. O atleta já havia conquistado a primeira medalha de ouro do Brasil em competições oficiais internacionais, quando ficou no lugar mais alto dos jogos realizados em Porto Rico.

Outro atleta de destaque do solo nacional é Diogo Silva, que em 2007, no Rio de Janeiro, conquistou a primeira medalha de ouro na categoria até 68 kg.

A MAIOR VENCEDORA

Natália Falavigna é uma das maiores atletas de artes marciais em escala mundial. Recordista brasileira em número de medalhas internacionais no esporte, ela ostenta o fato de ter sido campeã mundial nas categorias júnior, adulta e universitária. Em 2000, viajou para a sua primeira competição internacional e conquistou para o Brasil a primeira medalha de ouro em campeonatos mundiais.

Cinco anos mais tarde, Falavigna faturou o Mundial Adulto, em Madri, na Espanha, e foi considera a melhor atleta do Brasil no Brasil, vencendo o Prêmio Brasil Olímpico, promovido pelo COB. Em Pequim, apesar da frustração de cair caído nas semis após uma decisão polêmica dos árbitros, Natália sobrou contra a sueca Karolina Kedzierska e levou o bronze.

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