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Brasileira do tênis de mesa paralímpico analisa adversárias para um possível ouro em Tóquio

Brasileira Catia Oliveira é vice-campeã mundial da modalidade na Eslovênia

Carlos Lemes Jr
Jornalista formado, desde 2012, e no Torcedores, desde 2015. Matérias exclusivas pelo site publicadas nos portais IG, MSN e UOL.

Crédito: Douglas Magno/Exemplus/CPB

Os tempos de pandemia estão fazendo dos atletas mais estudiosos. É o caso de Cátia Oliveira uma das esperanças de medalha para o Brasil nas Paralímpiadas de Tóquio, ano que vem. A paulista de Bauru é a atual vice-campeã mundial da classe 2 (para atletas cadeirantes) e medalha de bronze nos últimos Jogos Pan-Americanos de Lima em 2019.

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“Continuo treinando em casa, no meu CT, na garagem de casa. Tenho todo o planejamento, feito pelo meu técnico. Na segunda, quarta e sexta conto com meu personal, online. Nesse período, ganhei em algumas coisas e perdi em outras. A bola que eu jogo para cima, não consigo fazer, pois o teto da garagem é baixo. Mas, agora, estou fazendo muita análise dos vídeos, e sei direitinho como enfrentar cada adversária. Isso me dá uma confiança maior para enfrentá-las”, conta a brasileira.

Cátia não pode voltar a treinar no clube por ser considerada do grupo de risco para o novo coronavírus. A paratleta sofreu uma lesão medular, após um grave acidente de carro. Ela já vem chamando a atenção da Federação Internacional de tênis de mesa e é apontada como uma das grandes apostas para o futuro.

“Fiquei muito feliz, pois é o órgão maior do tênis de mesa. Com certeza, eles estão de olho em mim. Tive uma evolução muito grande depois da última Paralimpíada, com resultados maravilhosos. E consegui ganhar de todas as minhas principais adversárias, principalmente a Liu Jing, tricampeã paralímpica, que eu venci no último confronto, por 3 a 0”, ressalta, concordando com uma das características descritas pela reportagem: “Sou uma atleta muito corajosa, não quero perder nenhuma bola, completa.

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