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Condenados por estupro na Suíça, Cuca e ex-jogadores do Grêmio não serão presos caso voltem ao país

Ivan Storti/Santos FC

Ex-jogadores do Tricolor foram condenados por estupro de uma menina de 13 anos

Os ex-jogadores do Grêmio, incluindo o hoje treinador do Santos Cuca e que foram condenados por estupro de uma menina de 13 anos no fim dos anos 80, não seriam presos caso voltassem hoje para a Suíça, país onde aconteceu o crime e condenou os brasileiros.

Segundo o Ministério Público de Berna, em reportagem publicada pelo Uol Esporte, os ex-jogadores gremistas não seriam detidos porque o “caso já cumpriu seus 15 anos de prazo e, portanto, o período para aplicar a sentença terminou”.

O caso aconteceu em 1987, Eduardo Hamester, Fernando Castoldi, Henrique Etges e Cuca foram acusados de violência sexual pela jovem Sandra Pfaffli. O estupro teria ocorrido no hotel onde a delegação gremista estava hospedada durante uma turnê pela Europa.

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Na época, os atletas ficaram detidos por quase um mês. Mas depois foram liberados e voltaram ao Brasil. Dois anos depois, os ex-atletas foram condenados com penas que variavam entre três meses, quinze meses e três anos de prisão, além de multas. Sem extradição, a pena nunca foi cumprida.

“O Artigo 99 do Código Criminal estipula um período de limitação de 15 anos para a execução, caso uma sentença de prisão seja imposta para mais de um ano e menos de cinco anos. Com base nisso, o período de limitação para a aplicação da sentença de três anos não deve ser mais aplicada hoje”, disse o Ministério Público de Berna ao Uol Esporte, confirmando que os brasileiros não seriam presos se voltarem ao país.

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