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Daronco cita evolução do VAR e nega favorecimentos a times grandes: “É o time vermelho contra o azul”

Árbitro da Série A do Brasileirão, Anderson Daronco ressaltou que o VAR ajudou a não ter mais “cag***”, mas cita lado humano na ferramenta

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.Twitter: @rafaelbrayan_

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

O árbitro de vídeo (VAR) no Brasil é um dos principais temas nas conversas sobre futebol. Nesta temporada, números de críticas aumentaram sobre a ferramenta. Porém, para o juiz Anderson Daronco, a ferramenta é muito importante para o futebol. Entretanto, ressaltou lado humano no comando da máquina.

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“O VAR é uma ferramenta para o futebol. Veio para legitimar o resultado do jogo. Só que também continua o mesmo ser humano que estava lá no meio, agora na cabine. Sujeito a emoções, a decisões, tem lances que são muito interpretativos”, diz ao Bolívia Talk Show.

“Quantas cag*** quando não tinha o VAR, se tivesse, não iria me salvar. Talvez eu tivesse ganho um prêmio aí no Campeonato Brasileiro”,  brinca Daronco. “Os erros já foram diminuídos rotineiramente. Esse ano já temos números que comprovam nosso crescimento em relação ao ano passado. Mas tolo também é aquele que pensava que, assim, o VAR iria chegar e, daqui a pouco, iria zerar os erros”, ressalta.

Na sequência, Anderson Daronco negou que haja favorecidos pela arbitragem. Um fã do programa perguntou se havia alguma forma de prejudicar os times do Nordeste, e ele respondeu: “Não tem nada a ver. Eu digo por mim, e também pelos outros. Quando eu vou apitar, é o time vermelho contra o azul. Não é o nome do time. A gente não leva em consideração isso. Nossa carreira e nosso nome é muito maior do que qualquer coisa nesse sentido.”