Carlos Augusto relata experiência ‘solitária’ com Covid-19 e se declara ao Corinthians

Lateral formado na base do Corinthians se tornou titular na reta final do Campeonato Paulista com Tiago Nunes

Rafael Brayan
Apaixonado pelo estudo do esporte mais praticado no mundo.

Crédito: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Em começo de passagem pela Europa, o lateral Carlos Augusto revelou nesta quarta-feira (18) que já passou por dificuldades na Itália, jogando pelo Monza. Em entrevista ao site Globoesporte.com, o defensor ex-Corinthians relatou experiência difícil com a Covid-19 na Itália.

Por enquanto, o que mais estranho aqui é a língua, mas é parecido com o português, então dá para entender. Eu vim na época de lockdown, mas é uma cidade maravilhosa. Peguei Covid-19, fiquei no hotel durante 15 dias, mas fui assintomático. Foi meio entediante. Fiquei jogando videogame, vendo filme. Treinei um pouco. Mas tudo isolado no quarto. Tentei ficar tranquilo, respirar fundo. Não tinha o que fazer. Minha família ficou preocupada, me ligavam todos os dias. Mas tentei ficar de boa e os dias foram passando. O clube deu todo o suporte”, contou Carlos Augusto.

Na sequência, o lateral de 20 anos de idade relembrou como foi de descartado a titular absoluto em final de Paulistão com Tiago Nunes nesta temporada. “Claro que ficar sem jogar me deixou triste. Tentamos viabilizar uma saída por empréstimo em janeiro e não deu. Coloquei na minha cabeça de mostrar o diferente. E as coisas foram acontecendo. Tiago foi vendo meu potencial e o dia a dia mostrou que eu poderia ser titular”, afirmou Carlos Augusto, que acrescentou:

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“Sair do Corinthians foi uma decisão difícil. Estava jogando. Mas todo jogador tem o sonho de jogar na Europa. A proposta era boa para mim e clube. Fiz a escolha certa. Corinthians ficará no meu coração”, afirmou.

Por fim, jogando na Itália, Carlos Augusto ressaltou que encontrou uma equipe parecida com as ideias que Tiago Nunes tinha no clube paulista. “É um estilo de jogo de ficar com a bola, comandar a partida. É algo que tive parecido na época do Tiago Nunes esse ano. Um time ofensivo, que fica com a bola e gosta de mandar no jogo. São dois meses por aqui. Adaptação está indo bem. O grupo é bom de trabalhar, o projeto é enorme. Acho que esse grupo vai longe. Não tem estrela. Tem o Boateng, aderiu ao projeto de subir para a Série A. Todos me acolheram muito bem”, concluiu Carlos Augusto.

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