Saída de Mancini? Gobbi abre o jogo sobre possível mudança caso assuma o Corinthians

Candidato à presidência do Corinthians comentou sobre uma possível troca no comando alvinegro se for eleito neste mês

Rafael Brayan
Apaixonado pelo estudo do esporte mais praticado no mundo.

Crédito: Reprodução/Twitter

O Corinthians passará por mudanças a partir deste mês. Andrés Sanchez deixará o comando do clube em 2021, e o futuro presidente da equipe será eleito em novembro. Enquanto isso, um dos candidatos, o Mário Gobbi, apresentou os seus planos, em entrevista ao Ge.com.

Durante a conversa, Gobbi falou sobre a permanência de Vagner Mancini na equipe. “Em período político não se fala de futebol. O Mancini é o técnico, temos que apoiá-lo, torcer para que tudo dê certo. É muito prematuro falar em técnico. Deixa eles trabalharem”, ressaltou.

Mário Gobbi ainda falou sobre como deve ser o processo perfeito para contratação de um jogador. “Como se conversa com empresários? Primeiro, não contrate jogador que o dirigente quer, contrata quem a comissão pede para trazer. Aí não tem empresário preferido. Aí você vai atrás do jogador. Claro que todos têm empresário, mas não é ir atrás dele, mas sim do jogador que a comissão técnica pediu”, disse o candidato ao comando do Corinthians.

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“Vou fazer negócio com o jogador que a comissão técnica pedir. Eu não contratei jogador por vontade minha, por parceiro, por nada disso. Quando eu era diretor de futebol eu participava da reunião de escolha, tínhamos opções. É assim que eu trabalho. Eu entendo de futebol como torcedor, quem entende de futebol é a comissão técnica. Como que pode o Corinthians pagar milhões para a comissão, e o dirigente contratar quem quer? Contrato a comissão técnica que confio. A comissão técnica tem o Cifut, os auxiliares, o executivo do departamento de futebol, que vai ser alguém do mercado. Nós vamos entrar na era da profissionalização. Agora, você acha que o dirigente contrata noventa jogadores e coloca lá? Ou nós defendemos a era da profissionalização… Um clube que gasta milhões numa comissão, mas o dirigente coloca quem quer…Tira a responsabilidade”, completou Mário Gobbi.

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