Ex-presidente do Paysandu nega ter “ganância pelo poder”, mas não descarta retorno

Alberto Maia afirmou que já contribuiu o suficiente e disse que dentro do conselho há outras pessoas que podem ser bons presidentes do clube paraense

Octávio Almeida Jr
Jornalista graduado pela Universidade da Amazônia (UNAMA), 27 anos.Repórter de campo pela Rádio Unama FM em duas finais de Campeonato Paraense (anos 2016 e 2017).

Crédito: Reprodução/Paysandu Sport Club

Ex-presidente do Paysandu, Alberto Maia rebateu supostas acusações de que deseja ficar para sempre na presidência do Paysandu Sport Club. Em live transmitida nas redes sociais durante a noite desta segunda-feira (7), o advogado disse que o contexto não passa de um “factoide”. Traduzindo: mentira, no vocabulário popular.

Para se defender, Alberto Maia citou que já contribuiu com o clube durante dois anos, entre 2015 e 2016. “Ao contrário do que muitos falam sobre a minha pessoa, os factóides que são criados sobre a minha pessoa, eu não tenho ambição pelo poder, ganância pelo poder. Mas não tenho mesmo”, disparou.

“Vocês sabem por que eu não tenho? Porque eu já tenho minha grande contribuição ao Paysandu Sport Club me dedicando dois anos como presidente”, prosseguiu Maia.

“E nós temos muitos outros grandes bicolores que têm totais condições de serem grandes presidentes”, destacou o ex-presidente do Paysandu.

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Retorno não está descartado

Apesar das declarações, Alberto Maia não descartou voltar a ser candidato. “Eu nunca digo não para o futuro. Quem sabe um dia a gente volte, a gente contribua com essa grande instituição que é o Paysandu”, disse, ao interagir com um dos seguidores.

Maia já cogitou disputar outras eleições presidenciais. No pleito de 2018, ele veio como figura de oposição ao presidente atual, Ricardo Gluck Paul.

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No entanto, desistiu da candidatura após conversar com a família, conforme disse em vídeo publicado nas redes sociais.

Alberto Maia desiste de concorrer às eleições presidenciais do Paysandu em 2018:

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