Abel pistola? Treinador recorda momentos em que precisou ser “linha dura” em Portugal

Técnico do Palmeiras nem sempre adota a postura calma dentro de campo

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Cesar Greco - Palmeiras

Antes de chegar ao Brasil e conquistar os primeiros títulos da carreira como técnico profissional no Palmeiras, Abel Ferreira iniciou sua trajetória na base do Sporting. Dessa forma, desde cedo, ele teve que lidar com o temperamento dos atletas, mesmo comandando jovens do clube português. Sendo assim, em alguns momentos, o treinador precisou adotar uma postura mais rígida para ter o respeito do grupo.

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“A minha empreitada como treinador começou no primeiro treino, em que mandei um jogador tomar ir pro chuveiro mais cedo, o Gael Etock, que faltou com o respeito. Pouco tempo depois, o Illori e o Edgar Ié, dois titulares, começaram a sair na porrada em um treino. Se pegaram-se pela competitividade do treino. Um não jogou mais, porque não pediu desculpa, e o outro pediu e jogou depois“, declarou em coletiva nesta quinta (24).

Apesar disso, Abel Ferreira recorda com carinho sua passagem no Sporting. Isso porque ele atuou como jogador no time, e recebeu convite da diretoria para treinar os jovens da base.

“Tive momentos mágicos no Sporting enquanto jogador, com Paulo Bento (treinador), ganhamos muito em pouco tempo, e momentos mágicos enquanto treinador, foi lá que ganhei os meus primeiros títulos (campeão nacional juniores em 2011/12). Foi lá que me fizeram o primeiro convite para treinar, porque já reconheciam alguma competência, já tinha o curso de treinador de II nível e uma licenciatura (Educação Física]), foi um momento muito especial na minha trajetória de treinador, que começou aí”, expressou.

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