Jesus ou Guardiola? Rafinha elege melhor treinador da carreira e cita mágoa com profissional: “Não me respeitou”

Rafinha avaliou técnicos com quem trabalhou no futebol

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Alexandre Vidal - Flamengo

Em entrevista ao canal “Diz Aí, Bêça“, Rafinha recordou os treinadores que teve em sua carreira. Sendo assim, nomes como Guardiola e Jorge Jesus foram exaltados, enquanto outros, como Niko Kovac, acabaram sendo criticados. O último inclusive, na visão do lateral, estragou sua despedida do Bayern de Munique.

“Vou classificar da seguinte maneira: fera, fraco e time grandíssimo. Fera, Mirko Slomka, no Schalke 04, meu primeiro treinador. Muito bom, aprendi muito com ele. Felix Magath, depois veio para o Schalke, fraco. Militar, gostava de regra, arrumei confusão com ele, saí de lá por causa dele. Fraco. Fez um gol na final da Champions League pelo Hamburgo, como jogador era fera, mas como treinador é fraco. Vinha no psicológico do jogador, colocava muita multa. Para mim, fraco”, declarou.

“Genoa, da Itália, Gasperini, hoje na Atalanta, fera. Saiu Gasperini, Ballardini, fera. Saindo dali, Bayern de Munique, onde eu peguei os cobra criada. Jupp Heynckes, top, um dos melhores que eu tive. Guardiola, o melhor que eu tive. Carlo Ancelotti, um pai, monstro sagrado. Niko Kovac, também peguei no Bayern, fraco. Não me colocou para jogar no Bayern de Munique e ainda estragou minha despedida”

“Tenho muito respeito por ele, é muito promissor, vai fazer uma carreira maravilhosa. Mas, comigo, não me respeitou… E, agora, quando eu vim para o Flamengo, Jorge Jesus, um dos melhores que eu tive, coloca do lado do Guardiola, do Ancelotti e do Heynckes. E, agora, Pedro Martins no Olympiacos, muito bom treinador, mas está cru, ainda. Precisa ser mais lapidado. Mas vai ser bom treinador“, completou.

TOP-5

Diante disso, Rafinha elencou os cinco melhores técnicos da carreira. Caso retorne ao Flamengo, ele vai trabalhar com Rogério Ceni, e poder adicionar o técnico na lista em questão.

“Não posso esquecer do Lopão. Antônio Lopes, delegado, me subiu para o profissional. Trabalhei, um pouco, com Cuca, também. Então, meus cinco são Guardiola, Jupp Heynckes, Ancelotti, Jorge Jesus e Lopão”, expressou.

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