Ceni elege principais concorrentes do Flamengo na Libertadores: “Vai ser uma competição bem equilibrada”

Treinador acredita que o Flamengo não vai ter vida fácil na busca pelo tricampeonato

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Alexandre Vidal - Flamengo

Em entrevista ao podcast oficial da Libertadores, Rogério Ceni projetou a disputa da Libertadores 2021. Sendo assim, além de incluir todos os brasileiros como principais concorrentes ao título, o treinador do Flamengo citou quais estrangeiros podem complicar a vida do Rubro-Negro na competição, dando ênfase para os clubes argentinos, e também analisando o grupo do clube carioca.

“É uma competição bem forte. Tivemos um exemplo agora com o Defensa y Justicia, ganhando a Recopa e a Sul-Americana. Temos os tradicionais River Plate e Boca Juniors, que sempre entram como favoritos, junto dos brasileiros. Argentino Juniors conseguiu vaga, vários times de peso. A própria LDU, que já tem certa tradição na competição, e os brasileiros que entram sempre com grande possibilidade, e o Santos, que esteve na Pré-Libertadores, chegou na final ano passado. Tenho certeza que vai ser uma grande competição e bem equilibrada”, declarou.

“O grupo do Flamengo é difícil com equipe argentina, o Vélez, que foi campeão em 1994. Tem a LDU que ganhou em 2008. Já joguei na altitude e em Quito não é um jogo fácil. O Unión la Calera não tenho um conhecimento profundo, mas tenho amigos no Chile que já comentaram bastante. Acredito que vai ser um grupo complicado, mas vamos fazer tudo para obter a classificação”, acrescentou.

Além disso, Ceni destacou sua relação com Gabigol. Apesar de alguns atritos na temporada passada, por conta do camisa 9 ser substituído, o técnico rasgou elogios para a conduta do atacante.

“Ele é o cara de movimentação, extrovertido, ele quer jogar toda hora, quer jogar todos os jogos. Se eu joguei com o time ontem e vou jogar amanhã ele quer jogar. Ele é de fácil convívio todos os dias, um cara bom, alegre, nunca vi o Gabriel chegar de cara feia, sempre de bem com a vida, sempre de cara boa. Uma geração diferente da minha e a gente vem se dando muito bem”, disse.

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