PSG na Superliga? Presidente avalia possibilidade do clube francês ser um dos fundadores da nova competição

PSG não foi incluído na lista inicial de 12 clubes que vão estar na Superliga

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Divulgação/PSG

Reeleito para o Comité Executivo da UEFA, Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, falou sobre a Superliga da Europa. Apoiando todas as decisões da entidade europeia, o dirigente descartou a presença do clube francês na nova competição de clubes do continente. Sendo assim, em sua visão, o torneio não irá contribuir para o desenvolvimento do futebol.

“O Paris Saint-Germain tem a firme convicção de que o futebol é um esporte para todos. Tenho sido constante neste ponto desde o início. É preciso lembrar que, como clube de futebol, somos uma família e uma comunidade, cujo coração está nossos apoiadores, devemos nos lembrar disso”, declarou durante o 45º Congresso Ordinário da UEFA.

“Acreditamos que qualquer proposta sem o apoio da UEFA – uma organização que tem trabalhado para defender os interesses do futebol europeu há quase 70 anos – não resolve os problemas que a comunidade futebolística enfrenta atualmente, mas é motivada por interesses pessoais. Paris Saint-Germain continuará a trabalhar com a UEFA, a Associação Europeia de Clubes e todas as partes interessadas no futebol europeu com base nos princípios da boa fé, dignidade e respeito por cada um”, completou.

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SITUAÇÃO DA SUPERLIGA

Com 12 clubes confirmados, ainda faltam mais três equipes fundadoras para a Superliga. Apesar dos rumores, Florentino Pérez, presidente do torneio, garantiu que o PSG e outros dois times ainda não foram convidados. Além disso, contrariando Nasser Al-Khelaifi, o mandatário máximo do Real Madrid criticou o novo modelo da Champions.

“Não convidamos o PSG de momento, nem os dois alemães (Bayern de Munique e Borussia Dortmund)… A Uefa não tem uma boa imagem. Não quero falar coisas que aconteceram na Uefa, mas tem que haver diálogo, e não um tom ameaçador. Eles apresentaram um formato que ninguém entende e dizem que começarão em 2024. Em 2024 estaremos (futebol) mortos”, afirmou ao programa “El Chiringuito”.

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