Rogério Ceni exalta Diego Alves e diz que Palmeiras adotou jogo faltoso: “Bateram bastante”

Rogério Ceni lembrou que o goleiro quase deixou o clube rubro-negro em 2020. O comandante ainda admitiu que a equipe não teve uma atuação brilhante

Danielle Barbosa
Colaboradora do Torcedores.com.

Crédito: Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O técnico Rogério Ceni não poupou elogios ao goleiro Diego Alves pela atuação diante do Palmeiras na conquista da Supercopa do Brasil, neste domingo (11), em jogo disputado no Mané Garrincha. Após empate por 2 a 2 no tempo normal o rubro-negro levou a melhor na disputa de pênaltis com direito a três defesas do camisa do goleiro, que já havia se destacado também durante os 90 minutos.

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Ceni lembrou que Diego Alves quase deixou o Flamengo no fim do ano passado, mas conseguiu chegar a um acordo com a diretoria rubro-negra para renovação do contrato. “Fico feliz por alguns motivos. O primeiro deles é que em dezembro o Diego estava para sair do Flamengo. Eu sei o valor da experiência de um goleiro aos 35 anos, o que ele pode acrescentar não só com defesas, mas no dia a dia, com diálogo, comunicação”, disse o comandante.

“Eu acho que ele devolve muito à torcida, à nação rubro-negra, o esforço feito para ele ficar. Nos pênaltis, é mais fácil estar no gol do que como treinador. É 100% mérito dele. É muito da percepção, muito intuitivo para o goleiro. Ele acreditou até o fim. Dois pênaltis abaixo, faltando duas cobranças, é muito difícil reverter. Só mostra o grande goleiro que ele é e o acerto que tivemos ao mantê-lo por mais um ano”, acrescentou.

Sobre a partida, Ceni falou sobre a estratégia adotada pelo Palmeiras e admitiu que o Flamengo não conseguiu fazer um jogo brilhante. “ Ele (Abel Ferreira, técnico do Palmeiras) adotou um jogo mais faltoso. Fez com que diminuísse o ritmo do Flamengo. Temos sempre bom toque de bola, envolvente. Um gramado mais seco do que costumeiramente jogamos. Bateram bastante. Faltas nem sempre tão violentas, mas que pararam muito o jogo. Talvez se adotássemos essa estratégia no segundo tempo poderíamos ter diminuído o ritmo do jogo.

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“No segundo tempo, o time foi começando a cansar um pouquinho. Não tínhamos tido o teste que o Palmeiras teve na quarta, acho que isso pesou um pouco. No fim, com as trocas, se o time não fez um jogo brilhante, reconheço que foi abaixo do que fizemos no Carioca, mas nos últimos cinco, 10 minutos, se fosse para existir um vencedor, seria o Flamengo. Mas realmente tivemos um pedaço do segundo tempo em que jogamos abaixo do que vínhamos jogando”, complementou.

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