Torcedores | Notícias sobre Futebol, Games e outros esportes

Ex-Grêmio, Botafogo e Ponte Preta, Renato Cajá deve fechar com clube da Série B

Jogador deve ser anunciado por seu novo clube

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Foto: Fabio Leoni/PontePress/Divulgaçao

O meia Renato Cajá, que passou por Grêmio, Botafogo, e é ídolo na Ponte Preta, está próximo de fechar com seu novo clube após disputar o Paulistão pela Ferroviária. Segundo publicação do Globoesporte.com, o atleta deve ser anunciado pelo CSA para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.

O atleta é aguardado em Maceió para assinar contrato com o CSA até o fim de 2021. O diretor de futebol do clube alagoano, Raimundo Tavares, garantiu em entrevista ao GE que as partes estão acordadas e Cajá será reforço do clube.

“Estamos acertados, o Renato era pra ter chegado em Maceió nesta quarta, mas por problemas de passagem aérea, estamos aguardando ele amanhã para fazer exames e assinar com o CSA”, revelou Tavares.

Renato Cajá

O meia de 36 anos foi revelado pelo Mogi Mirim e estreou coo profissional do clube em 2002. Seguiu no clube do interior até 2005, quando começou a rodar pelo futebol brasileiro. Passou por Barretos, Ferroviária, Juventude e Ponte Preta, onde se destacou pela primeira vez. Foi para o Al Ittihad, da Arábia Saudita, em 2009, mas logo retornou ao Brasil para assinar com o Grêmio.

Após passagem pelo clube gaúcho, foi para o Botafogo, onde ficou até 2011. Voltou à Ásia para atuar no Guangzhou Evergrande, mas logo retornou à Ponte Preta, onde mais uma vez se destacou. Voltou a rodar e passou por Kashima Antlers, Bursaspor, Vitória e Al Sharjah. Voltou a jogar pela Ponte Preta em 2014, passou por Bahia e Goiás, teve mais duas passagens pelo clube campineiro, até então fechar com o Juventude em 2020, sendo peça-chave no acesso à elite do Brasileirão do ano seguinte.

Leia mais:
De fuga e insegurança a destaque e titularidade: como Patrick de Paula saiu de comunidade no RJ para se tornar peça-chave no Palmeiras