UFC mira crescimento na África com card e Instituto de Performance

Dana White revela que campeões vindos do continente influenciam em próximos passos de crescimento do Ultimate

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Reprodução

O UFC vê uma grande fase dos lutadores originários da África. Três deles detém cinturões da organização, Kamaru Usman (meio-médios), Francis Ngannou (pesados) e Israel Adesanya (médios) e isto pode ajudar ao Ultimate a alcançar mais um mercado importante para a principal organização de MMA do mundo.

Dana White revelou em entrevista ao site BroBible os planos que o Ultimate tem para expandir suas operações para o continente africano. Uma das missões é de realizar um card na região em 2022, embora não revele a previsão de um local que poderia receber o evento ou até mesmo se pretende levar um dos campeões para estrelar o card.

“Estamos sim preparando o UFC para 2022 (na África)”, disse o chefão do UFC.

Para aproveitar o sucesso dos africanos no octógono, não apenas de eventos quer o Ultimate viver. Mas também de procurar aqueles que sejam as próximas estrelas vindas do continente. tanto que Dana White quer instalar ali uma filial do Instituto de Performance do UFC, que seria o terceiro da companhia além dos existentes na China e a matriz de Las Vegas.

“Sempre acreditamos que esse negócio seria grande globalmente, em que podemos criar talentos em todo o mundo. A África está chegamos e construiremos um Instituto de Performance ali. Sempre que você um lugar em que as pessoas crescem em tempos difíceis, sempre há bons talentos ali. Não só lutadores, mas atletas de todos os tipos. A questão é que tipo de recursos eles tem ali para crescer e aprender. Quero construir o PI ali e acho que veremos uns caras durões saírem dali daqui uns cinco ou seis anos”, disse.

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