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Cuca diz que Atlético melhorou no 2º tempo ao ‘entender’ o Bahia

Galo construiu a vitória sobre o Tricolor na manhã deste domingo (25) na etapa final do jogo

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Divulgação/Site Oficial do Atlético-MG

O Atlético venceu mais uma partida no Campeonato Brasileiro após bater neste domingo o Bahia por 3 a 0 no Mineirão. Um triunfo que foi construído no segundo tempo, após uma primeira etapa bastante disputada.

Na coletiva, o técnico Cuca explicou os motivos que levaram o Galo a ter dificuldades no começo da partida foi a postura tática do Tricolor, reforçado por uma linha defensiva com cinco jogadores. Tal alinhamento só seria ‘entendido’ no intervalo pelo treinador e o time. E, com isso, conseguir os gols da vitória que coloca a equipe na vice-liderança do Brasileirão.

“A gente tem que analisar o jogo. Cada jogo te dá uma coisa. Você não sabe como o adversário virá jogar. Eu não esperava o Bahia vir com uma linha de cinco como jogaram. E depois outra linha de quatro e aí o Gilberto. Nós tivemos que nos adaptar à situação do jogo durante o jogo. No meio-tempo nós mudamos, fizemos o que entendemos que deveríamos fazer. Quem entrou deu conta. Fizemos um segundo tempo melhor do que o primeiro porque entendemos o adversário”, afirmou Cuca.

Em relação ao time que vem sendo o titular, Tchê Tchê e Savarino ficaram na reserva, com apenas o primeiro tendo entrado em campo. Dylan Boreiro e Alan Franco foram os que ganharam chances na equipe do Atlético e suas escolhas foram devidamente explicadas pelo treinador.

“O Dylan (Boreiro) é um jogador que vem correspondendo bastante quando entra nas partidas. E o Alan Franco foi uma oportunidade que demos a ele, ele jogou a Copa América e vinha treinando forte. O Dodô tem um problema no pé. Nós o preservamos para colocar o Alan Franco e o Dylan. Lógico que eles sentiram a falta de ritmo de jogo e até um conhecimento maior dos próprios companheiros. Sempre que treinam, treinam com os companheiros, fazem coletivos com a base ou jogos pequenos. Eles sentiram neste aspecto mas são jogadores da nossa confiança”, comentou o treinador do Galo.

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