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Hamilton defende comunidade LGBTQIA+ da Hungria e crítica lei: “Inaceitável e Covarde”

Heptacampeão da Fórmula 1 sai em defesa da comunidade LGBTQIA+ às vésperas do GP da HUNGRIA

Rico Chermont
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Crédito: Créditos: F1 Official Website

O final de semana será de muita velocidade dentro das pistas e de muita solidariedade fora dela. O sete vezes Campeão da Fórmula 1, Lewis Hamilton, saiu em defesa da comunidade LGBTQIA+ em suas redes sociais. Lewis criticou veementemente, o que chamam de “lei anti-LGBTQIA+”, proposta apresentado pelo governo da Hungria.

Com pouco mais de 23 milhões de seguidores no Instagram, Lewis demonstrou toda a sua insatisfação com a nova legislação descriminatória criada pelo governo húngaro. Em sua conta, Hamilton postou:

“A todos desse lindo país Hungria. Quero aproveitar o Grande Prêmio deste fim de semana para demonstrar meu apoio para quem está sendo afetado pela “lei anti-LGBTQ+” criada pelo governo. Essa proposta de lei é uma sugestão inaceitável, covarde e equivocada daqueles que estão no poder. Todos merecem ter liberdade para ser o que são, não importando quem amam ou como se identificam. Eu peço que o povo húngaro use o referendo para votar em proteção dos direitos da comunidade LGBTQ+, pois precisam mais do que nunca do nosso suporte. Por favor, demonstre amor para aqueles ao redor de você, porque o amor sempre vencerá. Mandando energias positivas a todos.”.

UMA LEI POLÊMICA

O parlamento húngaro aprovou no mês passado a legislação, que criou uma relação entre homossexualidade e pedofilia. Assim sendo, proibiu a divulgação de conteúdos relacionados à diversidade e vem causando polêmica nas últimas semanas.

De acordo com o governo da Hungria, a lei preza pelos direitos das crianças. Isso porque, para o governo, a lei “proíbe conteúdos ponrográficos e aqueles que promovem ou implicam qualquer desvio da identidade sexual da pessoa ao nascimento, a redesignação de sexo e a homossexualidade.”

A lei já havia sido alvo de manifestações contrárias durante um dos maiores eventos da Europa, a Euro 2020. O torneio, que foi realizado em junho e julho desse ano, teve manifestações de jogadores e organizadores. No jogo Alemanha e Hungria em Munique, a cidade pediu a UEFA que pudesse iluminar o estádio Allianz Arena com as cores do arco-íris, em respeito a diversidade e tolerância. O pedido, entretanto, foi barrado pela UEFA, que defendeu a sua neutralidade política.

Com isso, no jogo entre Alemanha e Ingraterra, em Wembley, o capitão da Alemanha, Manuel Neuer e o capitão da Inglaterra, Harry Kane, entraram em campo com suas braçadeiras nas cores do movimento LGBTQIA+, em protesto.

Na Fórmula 1, Hamilton não foi o único a se manifestar. Hoje, o alemão Sebastian Vettel, tetracampeão mundial, foi flagrado usando um tênis com as cores da comunidade LGBTQIA+.

O GP da Hungria acontece neste domingo, à partir das 09:30h, com transmissão ao vivo pela Tv Bandeirantes e pela BandNews FM.

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