Jorginho cita conversa com a CBF e revela motivo de escolha pela Itália

Campeão da Eurocopa e da Liga dos Campeões, o catarinense Jorginho ficou longe de atuar pela seleção brasileira e hoje brilha pela Itália

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.Twitter: @rafaelbrayan_

Crédito: Foto: Divulgação/Twitter Itália

No último final de semana, três jogadores nascidos no Brasil conquistaram a Eurocopa pela seleção da Itália. Ex-São Paulo, Rafael Tolói ficou no banco de reservas durante a competição, enquanto Emerson foi titular na decisão. Porém, o grande nome da equipe foi o volante Jorginho.

Conheça a 1xBet:

Um novo jeito de fazer sua aposta esportiva!


Leia mais: 

Róger Guedes, Paulinho e mais: Veja acordos que podem ser concretizados

VAR no Brasileirão: Veja os times mais “prejudicados” e “favorecidos”


Nascido em Santa Catarina, o jogador, assim como o lateral-esquerdo, venceu a Liga dos Campeões pelo Chelsea além da Eurocopa. Jorginho é um dos nomes cotados para brigar pela Bola de Ouro desta temporada e deve ficar entre os 10 melhores jogadores do mundo.

Em entrevista ao “Bem, Amigos”, Jorginho falou sobre a escolha para jogar pela Itália e “recusar” a seleção brasileira. “Cheguei a jogar na sub-21 pela Itália. Assim que chegou para mim a convocação, eu de cara aceitei. Eu, sinceramente, via a seleção brasileira como algo muito longe. E o fato de eu ter crescido na Itália e pela Itália ter aberto as portas para mim, não pensei duas vezes sinceramente.

“Mas naquele momento, depois da sub-21, eu só tinha jogado amistoso (pela seleção principal da Itália). Aí foi quando chegou em 2018, na última convocação, para o jogo com a Suécia, que chegou a convocação, e o Brasil me procurou também. E esse momento foi bem complicado”, disse.

“Naquela distância que existia, também não posso dizer que nunca sonhei jogar com a Amarelinha. Também era o meu sonho de criança. Quando chegou essa ligação do Edu Gaspar, ele disse: “Jorge, a gente está pensando em te convocar, mas eu não posso garantir nada. Sei que é difícil, conversa com a sua família”.

“Realmente conversei com a minha família e realmente não me senti bem depois de ter passado o que passei ao vir para Itália, jogar pela sub-21 e amistosos pela principal… Num momento em que a seleção italiana estava numa eliminatória bem complicada para aquele jogo final com a Suécia. Senti que a Itália precisava de ajuda. E quando eu precisei de ajuda, a Itália me ajudou, me abraçou e me abriu as portas. Eu não me sentia à vontade de virar as costas para a Itália naquele momento. Meu coração falou “não, a Itália precisa de você”. Então eu fiz essa escolha e sinceramente sou muito feliz com ela”, completou Jorginho.