Tóquio 2020: COB define os dois porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Abertura

COI solicitou para que cada país escolhesse um homem e uma mulher para levarem a bandeira da nação no evento

Mário André Monteiro
Jornalista com passagens por Portal iG, Fox Sports e Osasco Audax. Atualmente editor do Alemanha FC (http://www.alemanhafc.com.br). No Twitter: @alemao_mario e no Instagram: @marioalemao

Crédito: COB / Reprodução

O COB (Comitê Olímpico do Brasil) anunciou na noite desta sexta-feira os porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

E os eleitos foram a judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, da seleção de vôlei.

Nascida em Ceilândia, no DF, Ketleyn tem 33 anos de idade e conquistou a medalha de bronze nos Jogos de Pequim 2008.

Já Bruninho, de 35 anos, é natural do Rio de Janeiro. Ele tem um ouro olímpico (Rio 2016) e duas medalhas de prata (Pequim 2008 e Londres 2012).

A escolha de dois nomes foi uma solicitação do COI (Comitê Olímpico Internacional). A entidade pediu para que todas as delegações tivessem um homem e uma mulher como porta-bandeiras.

A ideia é promover a igualdade de gênero, já que, historicamente, a maioria dos escolhidos são homens.

Ao longo dos anos, o Brasil teve apenas duas mulheres como porta-bandeiras na Cerimônia de Abertura: Sandra Pires, em 2000, e Yane Marques, em 2016.

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