Home Esportes Olímpicos Balanço das Olimpíadas: atletismo do Brasil deu medalhas e criou ‘xodós’

Balanço das Olimpíadas: atletismo do Brasil deu medalhas e criou ‘xodós’

Darlan Romani, do arremesso de peso, e Alison dos Santos, da corrida, conquistaram fãs pelo seus lados carismáticos nas competições de Tóquio

Wemerson Ribeiro
Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, com passagem pelo Portal R7, como estagiário, na editoria de Esportes.

Nas modalidades, foram “apenas” duas medalhas conquistadas, mas o saldo é mais do que positivo para os atletas que apostaram também no carisma. Além disso, teve quem perdeu o pódio nos últimos metros e campeão olímpico de 2016 no pódio. Veja o resumo:

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Arremesso de peso

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Darlan Romani não voltou para o Brasil com medalha, mas conquistou o carinho da torcida em Tóquio. Muito carismático nas entrevistas depois das competições, o paulista que tem contrato com o Clube Pinheiros fez seu ciclo olímpico em uma estrutura provisória num terreno baldio por causa da pandemia.

Mesmo assim, ele não fez feio e ficou na 4ª colocação no arremesso de peso, com 21.88m. Já de volta para casa, ele não perdeu tempo e aproveitou para fazer um churrasco.

Salto com vara 

Ouro na Rio-2016, Thiago Braz subiu de novo no pódio, só que dessa vez para receber o bronze. Ele saltou para 5.87 e ficou atrás do Chris Nilsen (Estados Unidos), prata, e Armand Duplantis (Suécia), ouro.

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O francês Renaud Lavillenie, que ficou em 2º há cinco anos, ficou em 8º. Ele ficou famoso por criticar a torcida brasileira e foi alvo de brincadeiras depois da eliminação.

Marcha atlética

Érica de Sena esteve a poucos metros de ficar entre as três primeiras na prova de 20km, mas viu suas chances irem para o ralo depois de uma punição. Faltava apenas uma volta para a brasileira garantir o 3º lugar ou até beliscar a 2ª colocada, mas os juízes entenderam que ela dobrou os joelhos e a tiraram da briga por dois minutos.

400m com barreiras

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Além de ser uma “figuraça”, Alison dos Santos também pode ser chamado agora de medalhista olímpico. Seu desempenho de 46s72 na decisão foi capaz de quebrar o recorde sul-americano da prova e trazer mais um bronze para o Brasil.

Suas brincadeiras para a TV conquistaram o público, que o adotou de imediato como um de seus “xodós” nas Olimpíadas. Ele, inclusive, ganhou o apelido de “Malvadão” depois de dançar o hit da MC Jhenny ao vivo.

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