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Mercado da Bola: Cabem no Flamengo? 7 treinadores livres no mercado

Confira alguns nomes internacionais livres no mercado

Guilherme Lopes
Estudante de Jornalismo, apaixonado pelas estatísticas do bom jogo. Vivo e penso sobre futebol o dia todo.

Crédito: Reprodução: Twitter/Tottenham

Desde a demissão de Renato Gaúcho, ainda não há uma convicção de quem deve assumir o comando do Flamengo. Nomes como Carlos Carvalhal, Marcelo Gallardo e Andrés Villas Boas aparecem como os mais cotados, todavia, sem nenhum acerto.

Por outro lado, o mercado tem alguns profissionais relevantes livres no momento, especialmente fora do Brasil. Portanto, o Torcedores.com concluiu um levantamento com sete treinadores que estão “desempregados” no momento e podem ser uma alternativa para o Flamengo.

Pablo Repetto

Um dos treinadores mais renomados da América do Sul. Repetto levou o ainda desconhecido Independente Del Valle a uma final de Libertadores, em 2016. Na LDU também fez um excelente trabalho durante quase quatro anos. Seus times costumam serem bastante intensos na troca de passe.

Nuno Espirito Santo

Um dos treinadores que está há menos tempo sem “trabalho”. Deixou o Tottenham após um trabalho contestável. Por ser português, costuma buscar muitos jogadores de sua terra natal, algo que fez no Wolverhampton e por um bom tempo tornou a equipe uma pedra no sapato do “Big Six”. Único empecilho seria na parte financeira, já que o comandante recebe em libra.

Paulo Fonseca

Mais um treinador português, deixou a Roma recentemente para dar lugar a José Mourinho. Fonseca trabalhou durante três anos no Shakhtar Donetsk, clube que conta com muitos brasileiros, logo tem uma certa afinidade com o país. Também passou pelo Porto e Braga.

Eduardo Berizzo

Deixou o Paraguai no mês de outubro. Embora os últimos trabalhos de Berizzo não terminarem muito produtivos, é um treinador respeitado até na Europa. Seu melhor momento foi no Celta de Vigo, colocando a equipe na Liga Europa ao lado de Iago Aspas. Costuma variar taticamente sua equipe frequentemente, posicionando geralmente em um 4-3-1-2

Gabriel Heinze

Mais um que tem carreira como jogador. Apesar do curto tempo como técnico, já coleciona bons trabalhos, primordialmente quando colocou o Argentino Juniors de volta a elite nacional. Aceitou o desafio de trabalhar no Atlanta United, da MLS, mas não conseguiu se entender com os jogadores. Uma TV chegou a afirmar que o mesmo impedia folgas dos atletas e limitava até a água. Por ser adepto ao estilo de Marcelo Bielsa, seus times tendem a uma característica similar.

Miguel Ángel Russo

Com mais de trinta anos de carreira, Russo já ganhou praticamente tudo na carreira. Em 2007, bateu o Grêmio na final da Libertadores com Riquelme e Palermo no Boca Juniors. Recentemente retornou ao time argentino e conquistou o campeonato nacional. No entanto, com a queda de investimento da equipe, impactou na queda de rendimento.

Gustavo Costas

Talvez o nome menos conhecido, antes de ser treinador, o argentino foi um ótimo defensor. Apesar de ter rodado vários países em sua longa carreira, ainda não trabalhou no Brasil. Foi campeão em três países, contudo, seu estilo de jogo se assemelha pouco com o Flamengo. Apesar de priorizar o 4-4-2, seus times são retroativos. Sendo assim, seria último caso no rubro-negro.

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