Home Tênis Sem vacina, Novak Djokovic disputa ATP 500 de Dubai mas pode perder o posto de número 1 do mundo

Sem vacina, Novak Djokovic disputa ATP 500 de Dubai mas pode perder o posto de número 1 do mundo

Djokovic abriu ATP 500 de Dubai após ser deportado da Austrália, mas pode perder o número 1 esta semana para Medvedev

Danilo Lacalle
Jornalista de formação, e atleta por opção. Especialista em esportes americanos e apaixonado por esportes radicais.

Cinco semanas depois de sua polêmica deportação da Austrália, sendo considerado pelo governo do país uma “má influência” para a população devido à falta de vacinação, Novak Djokovic estreia hoje, o ATP 500 de Dubai contra o italiano Lorenzo Musetti. Antes do Grand Slam em Melbourne, o sérvio teve que ser deportado e não conseguiu defender o título conquistado de 2021, que foi conquistado pelo Rafael Nadal. Este, que o ultrapassou em número de troféus de torneios de maior expressão, com 21.

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“Fiquei triste com tudo o que aconteceu e como tive que deixar o país. Queria muito voltar a jogar e competir. Agora tenho motivação extra”, alertou Djokovic, atual número um do mundo, ao jornal Marca. Ele pode perder a liderança do ranking se não chegar às quartas do torneio de Dubai.

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Djokovic não descarta vacinação

Daniil Medvedev, com quem mantém “um bom relacionamento”, o ultrapassaria mesmo que não conseguisse um bom resultado em Acapulco, torneio em que ele é o cabeça de chave e onde poderá enfrentar Rafael Nadal nas semifinais. E isso seria um espetáculo a parte, por ser uma “vingança pessoal” da recente final na Austrália, que o espanhol venceu.

“Medvedev merece ser o número um. Se ele fizer isso esta semana serei o primeiro a parabenizá-lo”, revelou Djokovic. “Mantenho a mente aberta. Tudo na vida é possível. Vamos ver como a situação evolui. Agora, decidi não me vacinar e estou disposto a aceitar as consequências”, explicou o sérvio Novak Djokovic.

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Anteriormente, Djokovic também fez mais declarações sobre a vacinação: “Os princípios da minha decisão sobre meu corpo são mais importantes que qualquer título. Tento estar em sintonia com meu corpo e, sim, esse é o preço (Não disputar mais torneios) que estou disposto a pagar.”, acrescentou na mesma entrevista.

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