Home Extracampo Justiça absolve ex-presidente do São Paulo em processo por fraude e desvios

Justiça absolve ex-presidente do São Paulo em processo por fraude e desvios

Ex-mandatário do clube paulista enfrentou ação ao lado de outros cartolas do clube que também foram acusados

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

O ex-presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, foi absolvido pela Justiça de São Paulo de uma acusação por envolvimento em fraudes ou lavagem de dinheiro no clube paulista. A informação foi publicada pelo Globoesporte.com.

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Além dele, também estão absolvidos o ex-diretor jurídico e conselheiro do São Paulo, Leonardo Serafim, o ex-secretário-geral do clube, Douglas Schwartzmann, a ex-namorada de Aidar, Cinira Maturana, e outros quatro ex-funcionários. A acusação se deu por acusações de fraudes na contratação do escritório de advocacia de José Roberto Cortez.

São Paulo isentou os acusados

Segundo o jornalista Diego Garcia, colunista do UOL Esporte, o São Paulo, por meio de manifestação, não teve interesse em entrar no processo como “assistente de acusação”. Além disso, em fevereiro, em petição, o próprio clube isentou os acusados no processo por crimes como furto ou estelionato.

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Segundo a juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro, o clube teria reconhecido o direito do escritório de José Roberto Cortez de “receber honorários como parte contratada”. Ele é considerado pelo Ministério Público como “elo” dos crimes envolvendo os dirigentes do São Paulo. Entretanto, o próprio clube paulista teria dito à Justiça que não houve furto, além de ter apontado como devidos os pagamentos que estavam sendo investigados. Com isso, a Justiça entendeu que a ação é caso de “absolvição sumária”.

A investigação do Ministério Público tinha uma representação do que supunha ser uma “rachadinha” no São Paulo, que consta de quando um valor é devolvido ao contratante de maneira ilícita. Um documento apresentava valores de honorários pagos pelo São Paulo ao escritório de José Roberto Cortez. O pagamento era na casa dos R$ 360 mil, que eram feitos por repasse pela filha do advogado à namorada de Carlos Miguel Aidar. Cinira, companheira do presidente do São Paulo na época, transferia então R$ 50 mil a Leonardo Serafim. O São Paulo não se manifestou sobre o caso.

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