Home Futebol Cruzeiro: ex-meia, Pezzolano admite que não teria espaço como jogador no time celeste

Cruzeiro: ex-meia, Pezzolano admite que não teria espaço como jogador no time celeste

Treinador do Cruzeiro chegou a jogar no futebol brasileiro, mas não fez sucesso por aqui

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

O técnico do Cruzeiro, Paulo Pezzolano, foi um meio-campista que fez algum sucesso no futebol uruguaio, mas que não teria espaço no atual time celeste na Série B. A opinião é do próprio Pezzolano. Em entrevista à Ronaldo TV, na Twitch, o uruguaio deixou claro que não tinha a intensidade que pede a seus próprios jogadores.

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“Não teria espaço, não. Não teria porque se eu fosse o treinador, hoje, não jogaria. Porque (para jogar no atual Cruzeiro) teria que ter intensidade. Às vezes o Pezzolano (jogador) sofria quando não tínhamos a bola”, admitiu o treinador do Cruzeiro falando sobre si próprio na época de jogador.

“Custava a regressar (ao campo de defesa) às vezes. Taticamente, defensivamente não era bom. Havia jogo que sim, corria. Hoje, para o que eu quero, não jogaria não.”

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Passagem pelo futebol brasileiro sem sucesso

O atual técnico do Cruzeiro foi um meia que começou a carreira em alta no Rentistas. Foram três anos de destaque pelo clube uruguaio, até ser contratado como reforço para o Athletico Paranaense em 2005, logo após o Furacão ficar com o vice da Libertadores. Ele nunca se criou no clube paranaense e logo deixou o elenco.

“Foi difícil. Eu vinha do Rentistas, um time pequeno no Uruguai. Fui goleador no Uruguai, artilheiro no Uruguai e me trouxeram para o Athletico”, admitiu Pezzolano.

“O Athletico Paranaense tinha sido vice-campeão da Libertadores, tinha perdido a final contra o São Paulo um dia antes da minha chegada. Imagina, reforço! Jogava no Rentistas, meia, e jogar no futebol brasileiro me custou muito.”

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Após deixar o Athletico, Pezzolano voltou para o futebol uruguaio. Ele passou por Defensor, Peñarol e Liverpool-URU, até chegar ao Mallorca, da Espanha, em 2010. Foi sua única passagem na Europa. Ele voltou ao Liverpool-URU e saiu em 2011 para jogar pelo Hangzhou, da China. Passou ainda pelo Necaxa, mas em 2013 teve sua última passagem pelo Liverpool-URU. Em 2016 atuou pelo Torque, clube no qual aposentou.

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