Home Futebol Libertadores: brasileiros conquistam fortuna na competição em 2022; veja valores

Libertadores: brasileiros conquistam fortuna na competição em 2022; veja valores

Valor subirá ainda mais com uma final entre dois clubes brasileiros, o que está praticamente definido

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

Os clubes brasileiros têm transformado o grande domínio na Copa Libertadores em premiações milionárias. Com três equipes na semifinal, o Brasil tem, somado, um valor que impressiona recebido da Conmebol.

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Segundo o jornalista Rodrigo Mattos, em sua coluna no UOL Esporte, até este momento, os clubes brasileiros somaram 55 milhões de dólares em prêmios da Libertadores, ou R$ 288 milhões na conversão atual. Palmeiras, Flamengo e Athletico Paranaense, os semifinalistas brasileiros, já arrecadaram 9 milhões de dólares (R$ 47 milhões) cada um.

Atualmente, o Brasil fica com 40% de toda a premiação da Copa Libertadores da América. Isso porque a final provavelmente será brasileira. O Flamengo goleou o Vélez por 4 a 0, na Argentina, e encaminhou sua vaga à decisão. Na outra perna, Athletico Paranaense ou Palmeiras chegarão à final. A Libertadores distribui 174 milhões de dólares e, disso, os clubes brasileiros levarão 71 milhões (R$ 372 milhões) já contando com o prêmio para o campeão, de 16 milhões de dólares, e os 6 milhões de dólares para o vice

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Premiação da Libertadores vai subir no ano que vem

Haverá um aumento na premiação da Libertadores para 2023. O reajuste já foi confirmado pelo presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez. Isso porque começará um novo contrato de direitos de TV, que no Brasil voltará para a Globo em TV aberta e seguirá na ESPN na TV fechada, agora com outro pacote vendido à Paramount. O mercado brasileiro entrega 40% da receita da Libertadores e seguirá com altos números cedidos à Conmebol. Até por isso, a entidade não se preocupa com o alto domínio dos clubes brasileiros. Para Domínguez, isso é comum, já que em épocas passadas os argentinos também tiveram período de dominância em títulos.

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