Home Mídia Esportiva e bastidores Em transmissão no Youtube, Galvão Bueno dá bronca em equipe: “No mundo virtual é assim?”

Em transmissão no Youtube, Galvão Bueno dá bronca em equipe: “No mundo virtual é assim?”

Narrador não escondeu insatisfação com problema discutido nos bastidores do estúdio

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Antes da bola rolar em Marrocos x Brasil, a transmissão de Galvão Bueno, feita no Youtube, contou com problemas. Inicialmente, houve um atraso de 22 minutos no início do pré-jogo, marcado para às 18h. Ainda que a situação tenha sido resolvida, o locutor, com um ponto no ouvido, se irritou com o que estava ocorrendo por trás das câmeras. Sendo assim, sobrou para João Pedro Paes Leme, sócio-fundador da Play9, empresa que vem administrando a carreira do comunicador na internet.

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Deixa eu fazer uma pergunta assim: aqui nesse mundo virtual todo mundo fala no meu ouvido? É bem assim, os problemas todos que vocês estão tendo aí? Você é maluco, João Pedro?”, disse Galvão Bueno em recado claro para os demais funcionários presentes no local.

Experiência de Galvão Bueno após aposentadoria da TV

Encantado com o começo do seu canal no Youtube, Galvão Bueno, amplamente experiente na comunicação, revelou que sentiu um frio na barriga de ansiedade. Iniciando sua carreira no rádio, o narrador vivenciou todas as revoluções vindas da tecnologia, algo que foi relatado no início da transmissão.

“Eu sinto a empolgação de um menino no início da profissão. Estou até com um friozinho na barriga, coisa que eu não sentia faz tempo (…) É uma estreia e tanto para um canal novo como o nosso. Está todo mundo nervoso e agitado, mas dá uma noção do que estamos vivendo. Eu comecei no rádio, contava até 10 e saia falando. Depois do jogo, a gente telefonava para ver se tinha chegado a transmissão. Comecei a narrar em 1977. Tinha duas câmeras. A garotada aqui não faz ideia do que é isso, só falta colocar uma câmera na bola. Tem câmera em tudo que é lugar. Uma acompanhava o jogo e outra dava um detalhezinho”, afirmou.

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