Home Mídia Esportiva e bastidores Paulo Cezar Caju palpita que “arrogância” do Flamengo motiva os adversários

Paulo Cezar Caju palpita que “arrogância” do Flamengo motiva os adversários

Ex-jogador do Rubro-Negro analisou o Clássico dos Milhões e criticou o time comandado por Vítor Pereira

Rafael Alaby
Rafael Alaby é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado), com passagens pela Chefia de Reportagem de Esportes, da TV Bandeirantes, em São Paulo e site KiGOL. Pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (FMU)

Em sua coluna no site da Placar, o ex-ponta-esquerda Paulo Cezar Caju, um dos jogadores que já tiveram chances de vestir as camisas de Flamengo e Vasco, se mostrou feliz com o triunfo do Cruz-Maltino no Clássico dos Milhões, na noite do último domingo, no Maracanã, e opinou que a arrogância do time rubro-negro acaba servindo de combustível para os rivais.

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“Sobre o clássico, fiquei feliz demais com a vitória do Vasco da Gama! Por ter conquistado vários campeonatos no ano passado e contar com alguns jogadores renomados, o time do Flamengo me parece arrogante e isso traz uma motivação extra para o time rival”, disse Caju em um dos trechos de sua coluna.

O ex-jogador viu o Vasco superior na partida e com possibilidades de ter vencido com maior folga no placar. Para ele, a diretoria do Flamengo precisa remodelar o elenco.

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“O Vasco jogou ontem com muita garra e poderia vencido com um placar ainda mais elástico se não fosse o pênalti perdido e as duas bolas na trave de Pedro Raul. Para não se complicar no resto do ano, o Flamengo precisa reformular o seu elenco que reúne diversos veteranos. A torcida já está sem paciência!”, analisou.

Caju lamenta brigas antes de Flamengo x Vasco

Caju também comentou as notícias de brigas nos arredores do Maracanã antes de a bola rolar. Os conflitos deixaram um torcedor morto e outros feridos com gravidade. Ele relatou ter recebido vídeos de “vândalos” chutando um torcedor desmaiado.

“Todo mundo sabia e o pior é que ninguém faz nada, as autoridades não punem, os jogadores se calam e os dirigentes se escondem”, disparou.

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“Frequento o Maracanã desde a infância e acho que nunca vi nada parecido com os tempos atuais. Costumava sair dois ou três minutos antes do apito final e agora estou saindo com 15 minutos de antecedência para não tomar nenhum soco ou algo do tipo. Daqui a pouco teremos que sair no intervalo!, acrescentou em outro trecho.

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