Leila Pereira defende parceria no Palmeiras e detona gestões passadas: “Coisa horrorosa”
Presidente do Verdão fez questão de destacar evolução após início da parceria com a Crefisa
Fabio Menotti - Palmeiras
Após estreitar laços com a gestão do São Paulo, Leila Pereira acredita que a parceria é bastante benéfica. Dessa forma, lembrando o histórico do Palmeiras, a presidente rechaçou qualquer tipo de “desrespeito” na relação de cordialidade entre os clubes. Neste cenário, a tendência é que a rivalidade com os nervos à flor da pele siga apenas dentro das quatro linhas.
Por conta da boa relação, caso seja necessário, o Palmeiras irá jogar no Morumbi e o Allianz Parque vai ficar à disposição do São Paulo. Diante disso, Leila Pereira deixou claro que as críticas não abalaram o relacionamento nos bastidores.
“A rivalidade com o São Paulo é dentro de campo, eu tenho um profundo respeito com todos os torcedores, sejam eles palmeirenses ou não (…) Jogamos no Morumbi e o São Paulo jogou no Allianz, já tínhamos combinado que seria assim e não teria problema algum. Houve críticas sim, mas a grande maioria da torcida viu esse ato como um exemplo.”, disse à Rádio 365.
“O que denigre o Palmeiras não é ceder o estádio, mas sim dirigentes inescrupulosos que rebaixaram nosso clube duas vezes e quase rebaixou uma terceira vez. Dirigentes que não respeitam as finanças do clube. Isso sim é desrespeito. Se depender de mim, o São Paulo pode jogar novamente no Allianz Parque. Não podemos fomentar essa violência”, completou.
Na sequência, Leila apontou o verdadeiro cenário em que o Palmeiras, de fato, foi desrespeitado. Isso porque o clube, antes de 2015, passou por dificuldades e esteve perto do terceiro rebaixamento. Sendo assim, na visão da presidente, o Verdão não está sofrendo nenhum prejuízo em se aproximar do São Paulo.
“O Palmeiras, até 2014, as finanças eram uma coisa horrorosa, jogadores não queriam jogar no Palmeiras, era difícil fazer um elenco. Ninguém queria jogar no Palmeiras. Isso que era um desrespeito”, afirmou.

