Após se desculpar pela informação veiculada no canal “3 na Área”, Tiago Leifert voltou a falar sobre a morte de Gabriela Anelli. Atingida por uma garrafa em confusão entre torcedores do clube paulista e do Flamengo, a jovem de 23 anos não resistiu ao ferimento e acabou vindo a óbito. Dessa forma, o comunicador fez questão de destacar que o conflito de organizadas é um fato que deve ser levado em conta no momento de analisar o assunto.
Como Gabriela fazia parte da Mancha Verde, Tiago Leifert apontou que a torcedora do Palmeiras estava no lugar errado e na hora errada. Sendo assim, o histórico de confrontos entre organizadas foi mencionado pelo apresentador, que não quis promover um discurso de generalização.
“Infelizmente, o fato da Gabriela pertencer a uma organizada não pode ser ignorado. Ele é um fato que a gente não pode ignorar desde o começo. Era um conflito entre torcedores, muitos deles utilizando camisas de organizadas. A Gabriela estava no lugar errado e na hora errada porque, infelizmente, ela pertencia a uma organizada, isso é um fato. Não tem como ficar com raiva de mim. Se a gente pegar o histórico dos últimos meses, todos os confrontos são entre torcedores de organizadas. Só tem gente que briga em torcida organizada? Não. Mas muita gente que briga é de torcida organizada, a imensa maioria. Foi só isso que eu falei. Eu falei na live: ‘Eu não sei se ela está na confusão’, é muito raro ver uma menina brigando em confusão, mas ela não estava, na minha opinião, entrando no portão, ela estava perto da confusão e, por isso, a garrafa voou em direção a ela”, disse Tiago Leifert à Jovem Pan.
E novamente, com falas INFELIZES!
— INFOS Palestra (@Infos_palestra) July 11, 2023
Atrelando tudo porque a Gabriela era de organizada. “Assumiu o risco”
Era de organizada e cuidava de crianças autistas e com Síndrome de Down para estar perto do clube que amava
Estão desviando TOTALMENTE o foco da realidade. pic.twitter.com/vIQWk9Xw0U
Em investigação, Leonardo Felipe Xavier Santiago, suspeito de ter lançado a garrafa que matou Gabriela, foi preso pela Polícia Civil de São Paulo. Como o homem assumiu o risco de assassinar uma pessoa com sua conduta, a prisão preventiva acabou sendo decretada.
“Ele arremessou uma garrafa, ele sabia que podia atingir o resultado morte e foi o que aconteceu”, apontou o delegado César Saad.

