Home Futebol Ana Thaís condena postura de Luxemburgo após Corinthians x Palmeiras: “Discurso derrotado”

Ana Thaís condena postura de Luxemburgo após Corinthians x Palmeiras: “Discurso derrotado”

Treinador não julgou resultado do clássico na Neo Química Arena como negativo para o Timão

Por Bruno Romão em 03/09/2023 19:50 - Atualizado há 3 anos

Reprodução

Encarando um adversário de peso, o Corinthians esteve perto de balançar as redes do Palmeiras, mas parou em Weverton. Apesar da oportunidade perdida no chute de Maycon, Vanderlei Luxemburgo fez questão de exaltar o empenho em campo dos atletas. Sendo assim, em sua visão, o placar de 0 a 0 é normal para o embate entre os rivais.

Além disso, por conta do melhor momento do Palmeiras, Luxemburgo admitiu que o Corinthians foi “azarão” no confronto. Diante disso, o discurso em questão não causou um impacto positivo em Ana Thaís Matos.

“Tenho que dar parabéns aos jogadores, pois hoje entramos como azarões. Falavam de goleada. Esqueceram que é o Corinthians. É assim um Dérbi. Se for considerar, um empate entre Palmeiras e Corinthians é um resultado bem normal. Foi um clássico igual. Externamente, o Corinthians entrou já perdendo, mas o Corinthians não entra perdendo, você entra sempre acreditando que a vitória vai dar certo (…)  É um clássico, um Dérbi muito disputado. Eles tiveram mais posse e são um time muito bem treinado, com bons jogadores. A gente sabia onde a bola final ia, e nossos zagueiros foram bem“, disse Luxa.

Apesar da diferença entre Corinthians e Palmeiras, Ana Thaís acredita que Luxemburgo subestimou o Timão. Sendo assim, a postura passiva de Duílio Monteiro Alves em aceitar a conduta do treinador foi mencionada pela jornalista da Globo.

“Fico sempre imaginando o presidente do clube vendo isso e aplaudindo esse discurso derrotado de toda semana”, escreveu Ana Thaís no Twitter.

Mesmo com fortes críticas, Luxemburgo garantiu que está respaldado no Corinthians. Diante disso, nos bastidores, o presidente do Corinthians mantém a confiança no trabalho, tendo em vista que a demissão jamais foi apontada nos bastidores.

“Em momento algum essa pressão foi interna. Estou há quatro meses conversando com Duílio, Alessandro, tendo reuniões constantes. Em momento algum fui questionado ou perguntei a eles como eu estava. A pressão é externa. Nunca sentamos para conversar se eu sairia ou ficaria. Na parte externa, já me mandaram embora, disseram que o ambiente é ruim, saem várias informações furadas. Internamente, nunca senti desconfiança. Zero“, afirmou.

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