Home Futebol Mauro Cezar compara Maracanã a outros dois estádios e dispara sobre gramado

Mauro Cezar compara Maracanã a outros dois estádios e dispara sobre gramado

Comentarista afirmou que o intervalo curto entre jogos e a locação do estádio para eventos tornam difícil a manutenção do campo

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.
Mauro Cezar compara Maracanã a outros dois estádios e dispara sobre gramado

Fluminense x Vasco no Maracanã ( LUCAS MERÇON/FLUMINENSE FC)

O Maracanã segue com uma grande quantidade de jogos em 2024, repetindo o feito do ano passado. Em apenas 11 dias, recebeu cinco jogos, um deles o clássico entre Fluminense x Vasco. Em sua coluna no UOL Esporte, o jornalista Mauro Cezar Pereira criticou duramente a forma como a administração do estádio gerencia o uso do campo.

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Mauro Cezar então comparou o Maracanã com o MorumBIS e a Neo Química Arena, que em mais dias, recebeu menos jogos pelo Paulistão.

“Enquanto no Maracanã serão dez pelejas em 27 dias, São Paulo 0 x 1 Santos foi apenas o quarto cotejo disputado no MorumBIS neste ano, distribuídos em 25. Já a Neo Química Arena abrigou quatro partidas em 2024. Elas aconteceram no intervalo de exatas três semanas, 21 dias”, escreveu Mauro Cezar em sua coluna, apresentando ainda a média das partidas realizadas nos estádios.

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“A média de jogos nos três estádios nesta temporada é, até aqui: Maracanã, um a cada 0,45 dia, Morumbis 0,16 e Neo Química Arena 0,19. A diferença é imensa, quase o triplo. O estádio carioca recebe praticamente uma partida dia sim, dia não.”

Gramado não vai melhorar

Mauro Cezar disse que um gramado não será “excelente” com a grande quantidade de jogos como é no Maracanã. Além disso, o estádio ainda recebeu uma série de shows em 2023, o que prejudicou ainda mais a grama da principal casa do futebol carioca e brasileiro.

“Com essa quantidade de cotejos, jamais o gramado do Maracanã será excelente. Mas isso não parece o bastante para justificar o criticado estado do campo na reabertura do estádio em função de shows que aconteceram no final do ano passado”, encerrou Mauro Cezar. 

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