Home Futebol Milton Neves exalta herói de título histórico do Santos: “Jamais esquecido”

Milton Neves exalta herói de título histórico do Santos: “Jamais esquecido”

Apresentador exaltou o autor do gol do título do Peixe; jogador fez parte de time histórico e morreu aos 82 anos

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.
Milton Neves exalta herói de título histórico do Santos: “Jamais esquecido”

Milton Neves exaltou Dalmo, ídolo do Santos (Divulgação / Santos FC)

O apresentador Milton Neves, em sua coluna no UOL Esporte, lembrou de um dos heróis do Santos no passado: Dalmo. O zagueiro e lateral-esquerdo foi o autor do histórico gol do título mundial do Peixe para cima do Milan, em 1962, convertendo penalidade máxima.

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Na ocasião, ele bateu o pênalti decisivo no Mundial de 1963, no terceiro jogo, em que o Santos venceu o Milan por 1 a 0. Pelé não foi o responsável por aquela penalidade porque não esteve em campo nos dois últimos jogos daquele Mundial contra os italianos, já que estava lesionado.

Milton lembrou o gol histórico de Dalmo, assumindo uma responsabilidade que sempre foi do camisa 10.

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“Foi de Dalmo Gaspar, que nos deixou há nove oito anos, o gol único do Santos diante do Milan na terceira e última partida do Mundial de Clubes de 1963, então chamada de Copa Intercontinental, que deu ao Santos o bicampeonato em jogo disputado no Maracanã”, lembrou Milton Neves, que seguiu:

“Dalmo marcou este tento cobrando penalidade máxima, sofrida por Almir Pernambuquinho.”

Milton ainda lembrou a morte de Dalmo, aos 82 anos, em 2 de fevereiro de 2015, há exatos nove anos, e vislumbrou um encontro entre ele e Pelé no céu.

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“Querido Dalmo, que certamente fez uma bela recepção a Pelé em 29 de dezembro último, saiba que todos os santista te adoram!”, escreveu Milton Neves, que concluiu.

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“Você jamais será esquecido!”

Dalmo foi ídolo do Santos

O ex-zagueiro e lateral-esquerdo começou no futebol no São Paulo de Jundiaí, ainda no time de base. Pouco depois, foi para o Paulista, principal time da cidade, onde ficou de 1951 a 1954, saindo para o Guarani, onde se destacou até 1957. Atuando pelo lado esquerdo, se firmou no Peixe durante seus oito anos no clube.

Foram cinco títulos do Paulistão, duas Taças Brasil – que se tornaram títulos do Brasileirão -, duas Copas Libertadores da América, dois Mundiais de Clubes, além de um Rio-São Paulo. Deixou o Santos em 1964 e voltou ao Guarani, onde ficou até 1967, retornando ao Paulista para encerrar a carreira. Ele fez parte do lendário time do Santos que é tão escalado pelos fãs de futebol:

Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Zito e Calvet; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

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