Home Futebol Daronco elege clássico do Brasil mais difícil de apitar: “É o pior de todos”

Daronco elege clássico do Brasil mais difícil de apitar: “É o pior de todos”

Árbitro relatou tensão envolvendo confronto que possui nervos à flor da pele durante os 90 minutos

Bruno Romão
26 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: [email protected]
Anderson Daronco.

Anderson Daronco, árbitro FIFA (Cesar Greco - Palmeiras)

Dono de um grande prestígio no futebol brasileiro, Anderson Daronco costuma ser escalado em duelos de peso. Em entrevista ao “Abre Aspas“, do GE, o profissional da arbitragem contou que, entre todos os clássicos em solo nacional, Grêmio e Internacional protagonizam o embate mais complicado de ser apitado.

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Mesmo sendo uma figura imponente, Daronco tem dificuldades para não deixar o GreNal escapar do confronto. Além do confronto no Rio Grande do Sul, Atlético-MG x Cruzeiro e Palmeiras x Corinthians possuem lugar no top-3 do árbitro.

“É o pior de todos, é o mais difícil. Pela rivalidade, é muito grande.”, iniciou Daronco.

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“Eu não queria entrar nesse mérito, não. Mas eu posso pontuar, já apitei todos os clássicos do futebol brasileiro. E acho que depois do Gre-Nal, vem, pelo menos das experiências que tive, o Atlético-MG x Cruzeiro. Foi muito difícil atuar também nesse jogo. E Corinthians x Palmeiras também.”, completou.

Cenário tranquilo no futebol carioca?

Em relação aos embates entre Flamengo, Vasco e Botafogo, Daronco contou que o ambiente não é tão complicado. Voltando a citar o Gre-Nal, houve uma sinalização de que os confrontos que valem título no Campeonato Gaúcho são mais agitados em comparação com os clássicos no Brasileirão.

“Eu fiz Fla-Flu, Vasco x Flamengo, Fluminense x Botafogo. Achei um pouco mais ‘tranquilo’. É claro que tudo depende do momento, das equipes, do que está valendo. A gente conversa também com os colegas que vêm apitar aqui os Gre-Nais do Campeonato Brasileiro. Eu digo para eles: “Cara, vocês estão pegando a tetinha (risos). No Brasileiro é tranquilo, cara. Eu quero ver do Gauchão que vale a taça. Ali os homens se matam.”, relatou.