Home Futebol Pedrinho cita ídolo do Vasco que merecia ser melhor do mundo: “Coisas estrondosas” 

Pedrinho cita ídolo do Vasco que merecia ser melhor do mundo: “Coisas estrondosas” 

Ex-jogador também sinalizou que, no passado, o futebol brasileiro tinha um patamar mais elevado

Bruno Romão
26 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: [email protected]
Pedrinho.

Pedrinho, ídolo do Vasco (Marcelo Sadio/vasco.com.br)

Dono de uma história importante no Vasco, Pedrinho esteve ao lado de uma geração repleta de craques. Por conta do desempenho visto em 1997, o atual presidente da equipe acredita que Edmundo merecia ter sido eleito como o melhor do mundo no ano em questão. Mesmo que o prêmio tenha sido vencido por Ronaldo, houve uma sinalização de que o ‘Animal’ não ficou atrás do Fenômeno.

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Além de qualidade técnica e ampla capacidade de balançar as redes, Edmundo impressionou Pedrinho com o vigor físico. Decisivo, o ex-camisa 10 do Vasco foi o responsável por anotar 29 gols na campanha do título do Brasileirão de 1997.

“Eu falo que foi (o melhor do mundo). O Edmundo, naquele ano, fez coisas estrondosas. Para quem viu de perto… a força que ele tinha. Tem um gol que o Juninho faz um lançamento, o Junior Baiano dá um empurrão nele, e ele não cai. Qualquer um cairia porque foi com as duas mãos e ele se manteve em pé.”, disse Pedrinho ao Futbolaço Podcast.

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“Foi um ano espetacular. Ele botou o campeonato no bolso.”, completou.

Pedrinho exalta passado do futebol brasileiro

Apesar da concorrência de Ronaldo, que estava atuando pelo Barcelona, Pedrinho valorizou o ano de Edmundo. Isso porque o presidente do Vasco acredita que, no passado, o futebol brasileiro apresentava um nível mais elevado, motivo pelo qual a temporada extraordinária não pode ser subestimada.

“Por que outros não fizeram o que ele fez? Por que não teve 30 Pelés? Só teve um. Eu acho muito mais difícil jogar futebol hoje. Naquela época, a gente conseguia segurar por mais tempo os jogadores de alto nível. O nível de competitividade era mais forte. Se olhar os times de 97, como o Palmeiras, eram adversários fortes.”, afirmou.

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