Na segunda (27), foi aprovado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, o Conpresp, a abertura de um processo que fará a análise de tombamento do Complexo Doutor Osvaldo Teixeira Duarte, que inclui a sede social e o estádio da Portuguesa de Desportos, o Canindé.
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Por cinco votos a favor e duas abstenções, a partir de agora o local não poderá mais sofrer reformas ou alterações sem o aval do Departamento de Patrimônio Histórico, ligado à Secretaria de Cultura da capital paulista, até que o processo de análise seja finalizado.
Por iniciativa de torcedores da Lusa, em março do ano passado foram coletadas mais de cinco mil assinaturas para o pedido inicial de instauração do estudo, de modo a evitar que o clube perdesse o estádio em decorrência de vários leilões devido às centenas de processos na Justiça e aproximadamente R$ 350 milhões em dívidas.
Além disso, a abertura do processo de estudo para tombamento visa evitar que demolições sejam feitas no local, como aconteceu com as piscinas do clube em 2018. A Portuguesa detém 45% do terreno do Canindé, sendo que o restante é cedido pela Prefeitura até o ano de 2092.
O estádio Doutor Osvaldo Teixeira Duarte, o Canindé, está localizado nas margens do Rio Tietê, na capital paulista, e foi inaugurado em 11 de novembro de 1956, na vitória da Portuguesa sobre o Palmeiras por 3 x 2. A capacidade atual de público é de 21 mil espectadores.

