Home Futebol Kalil diz que estão planejando ‘bomba’ contra ele no Atlético-MG na época das eleições

Kalil diz que estão planejando ‘bomba’ contra ele no Atlético-MG na época das eleições

Ex-prefeito de Belo Horizonte será candidato ao governo do Estado

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG, deixou o cargo de prefeito de Belo Horizonte para se candidatar ao governo de Minas Gerais, mas teme que seus adversários armem uma “bomba” envolvendo justamente o Atlético-MG, clube do qual foi presidente entre 2008 e 2014. Em entrevista à Rádio Super 91,7 FM, Kalil disse que já investigaram sua gestão e não encontraram nada.

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“Eu vou avisar a turma que Atlético não. Agora estão chegando perto de mim e falando que estão preparando uma bomba contra mim no Atlético. Botaram um escritório, investigaram minha gestão inteira quando acabou e recebi assinado por todos os órgãos que nunca acharam nada. Vai preparar bomba em época de eleição, a última bomba que prepararam a revista está condenada”, disse Kalil. Ele ainda mandou um recado à torcida do Galo, lembrando que não vai tomar nenhuma ação com relação ao estádio, que inclusive levará o nome de seu pai, Elias Kalil.

“Primeiro, atenção torcida, o estádio é do Atlético, acho que já venderam 150 milhões de camarotes e cadeiras, mais meio shopping. O estádio chama Elias Kalil, é o nome do estádio, é uma das coisas que eu mais prezo e amei na vida foi meu pai. Só dele ter esse nome não é possível que o Kalil vai sabotar.”

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Diretoria do Atlético-MG foi até a prefeitura para reunião

Kalil disse que recebeu membros do Atlético-MG como recebeu também dirigentes de Cruzeiro e América-MG.

“Antes de assinar [o contrato], esse assunto chegou para o prefeito resolver. Enquanto não estava assinado, nenhuma providência foi tomada. E continuam sem tomar nenhuma providência. Esse assunto me amola muito, é recorrente.”

Ele vai ser candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSD, mas para isso foi obrigado a abrir mão do cargo de prefeito de Belo Horizonte, ao qual foi reeleito em 2020.

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