Galiotte revela o maior “custo” que o Palmeiras teve antes da grama sintética no Allianz

Verdão fará estreia no novo gramado neste domingo, contra o Mirassol

Marcel Thomé
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/TV Palmeiras

O elenco do Palmeiras testou pela primeira vez o novo gramado sintético do Allianz Parque, estádio do clube, nesta quarta-feira (12), mas antes o presidente Maurício Galiotte, ao lado do CFO da Wtorre, Luis Davantel, e do CEO da Soccer Grass, Alessandro Oliveira, falaram em entrevista coletiva.

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Uma das perguntas feitas pelos jornalistas ao mandatário do Verdão foi sobre o preço pago pelo clube para a implantação da grama artificial. Galiotte não falou sobre valores e, para responder, falou sobre os diversos jogos que o clube não pôde contar com sua casa nos últimos anos.

Em relação ao custo, não tem custo maior do que o prejuízo esportivo. Não ter a segurança da qualidade do gramado para fazer um jogo de futebol. Então, a gente chama de investimento. O custo nesses cinco anos, em alguns momentos em que a gente não teve o gramado ideal, esse foi o maior custo“, afirmou Galiotte.

Luis Davantel, CFO da WTorre, empresa que administra o Allianz, explicou que os custos com manutenção do estádio também serão reduzidos com a nova superfície implantada.

O gramado anterior era ser vivo. Tinhamos lâmpadas para fazer a iluminação artificial. Tudo isso traz economia substancial de prazo, de tempo, de recursos, de gente. Isso vai permitir ter sempre a eficiência melhor possível, num tempo menor. Acaba consequentemente tendo um custo menor“, disse.

O novo gramado artificial promete estar disponível para jogos de futebol com apenas duas horas após um show disputado no mesmo local. A estreia oficial será neste domingo (16), em duelo entre Palmeiras e Mirassol, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

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