Sou eu, assim, sem você… 7 duplas de ataques que fizeram história no futebol

Quando se fala em Cavani, Uruguai e ataque, quem vem logo à cabeça?

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Alexandre Schneider/Getty Images

O atacante Edinson Cavani completa 33 anos neste dia 14 de fevereiro e inspirou uma lista diferente no Torcedores. Saindo do PSG, seu clube, chegamos ao Uruguai, onde o atacante se notabilizou pela dupla de ataque histórica com Luis Suárez.

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Veja abaixo 7 duplas de ataque que entraram para a história:

Cavani e Suárez
A lista é aberta por ambos, especialmente pelo histórico título da Copa América de 2011. Ambos ajudaram o Uruguai a voltar à Copa do Mundo em 2010 e são os grandes nomes da seleção. Quando todos acharam que o ataque cairia com a saída de Forlán, Cavani e Suárez se entrosaram ainda mais e, nitidamente, se procuram em campo.

Bebeto e Romário
A primeira das duplas brasileiras da lista também está ligada à Seleção. Bebeto e Romário foram os dois grandes nomes da conquista da Copa do Mundo de 1994. Ambos já disseram abertamente que “se amavam” em campo.

Bergkamp e Henry
Juntos, o holandês e o francês colocaram o Arsenal no topo e ficaram por um jogo de levar o clube de Londres à conquista da Liga dos Campeões da Europa. Bergkamp e Henry são, para muitos, uma das maiores duplas de ataque da história da Premier League.

Maradona e Careca
Um brasileiro volta à lista, mas agora aparece ao lado de um argentino. Maradona e Careca fizeram história na Itália e fizeram com que a Europa se rendesse ao modesto Napoli. Juntos, conquistaram o Campeonato Italiano, uma Supercopa da Itália e uma Copa da UEFA.

Dwight Yorke e Andy Cole
Outra dupla da Premier League que fez história foi a formada por Yorke e Cole, que dominaram a Europa e o mundo no fim da década de 90. Eram eles os donos do Manchester United em 1999, em que a equipe conquistou nada menos que o Campeonato Inglês, a Liga dos Campeões e o Mundial de Clubes.

Paulo Nunes e Jardel
Outra dupla brasileira aparece ao Sul do país e é, assim como Cavani e Suárez, das que mais se procuravam em campo. Paulo Nunes já revelou que adorava encontrar Jardel pronto para cabecear na área, e foi assim que o consagrou. Ambos foram campeões da histórica Libertadores de 1995.

Edmundo e Evair
A dupla do Palmeiras tinha a companhia de outro “E”, Edílson, mas o “capetinha” acabou perdendo espaço na memória dos palmeirenses após virar ídolo do rival Corinthians. Edmundo e Evair são até hoje os mais lembrados pela queda do tabu em 1993 e são ídolos eternos do Verdão.

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