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Aposentadoria, título mais importante e ausência em Copa: Richarlyson recorda carreira e projeta nova atividade

Ex-São Paulo e Atlético-MG, entre outros clubes, meio-campista de 37 anos afirma estar próximo de encerrar trajetória como jogador

Patrick Monteiro
Repórter do Torcedores com passagens por: jornal O Fluminense (Niterói/RJ) e diário Lance. Comentarista e narrador na extinta Rádio Fluminense AM 540, onde apresentou os programas "Futebol Internacional" e "Jornada Esportiva". Ex-colunista do site Chelsea Brasil. Cobriu, in loco, a Copa do Mundo FIFA 2014, incluindo a grande final (Alemanha x Argentina), entre outros eventos, como Rio Open de tênis, Copa Brasil de Vela e Conmebol Libertadores.

Crédito: Divulgação/Facebook/Esporte Clube Noroeste

Atualmente disputando a Série A3 do Campeonato Paulista pelo líder Noroeste, Richarlyson já planeja o futuro pós-futebol. Em entrevista para o site da FIB (Faculdades Integradas de Bauru), o jogador de 37 anos contou os planos e afirmou estar perto de pendurar as chuteiras.

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“Terminar a faculdade, claro, e dentro disso fazer alguns cursos de CrossFit, que é uma modalidade que quero muito me aperfeiçoar. Depois de concluir a graduação e os cursos, penso em abrir um box de CrossFit, e não só tê-lo como um investidor, mas também me tornar um coach. Essa área tem crescido e me agrada muito justamente por estar fazendo isso há mais de um ano e já ter competido. Então, é algo que chama muito minha atenção e me dá muito prazer”, disse o meio-campista, que deixará os gramados quase 100% realizado.

“Claro que a aposentadoria está muito próxima, mas isso não me assusta. Até porque tenho uma história muito bacana e vitoriosa dentro do futebol. Tirando a Copa do Mundo que eu queria ter disputado e não tive a oportunidade, me realizei completamente dentro do futebol. A aposentadoria seria só o final de um ciclo para iniciar um novo”, considerou.

Richarlyson vestiu as camisas de clubes como São Paulo e Atlético-MG. Foi justamente nestes dois que ele faturou os títulos que considera mais relevantes na carreira.

“Com certeza, a (conquista) mais importante foi o Mundial de 2005 com o São Paulo. Porque é o maior título que um clube brasileiro pode alcançar. Claro que, também em 2013, a Libertadores pelo Atlético Mineiro, porque o clube estava há 42 anos sem vencer um campeonato de expressão, então foi muito importante. Também destaco minha convocação para a seleção brasileira em 2008”, recordou o atleta que chegou a se aventurar no vôlei recentemente.

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