Após pressão das jogadoras, CBV acaba com polêmico ranking da Superliga

A CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) decidiu marcar uma nova reunião com os clubes após a polêmica com as jogadoras sete pontos na última semana, depois da manutenção do ranking para a próxima Superliga

Andressa Fischer
Gaúcha, 21 anos. Vôlei | Futebol Gaúcho | Flamengo

Foto: Orlando Bento/Minas TC

Nesta quinta-feira (19) aconteceu uma nova reunião na sede da CBV, entre a entidade e os clubes da Superliga feminina, para definir a permanência ou não do ranking na próxima temporada. A primeira decisão manteve a medida, e causou polêmica entre as jogadoras afetadas, como a bicampeã olímpica Thaísa.

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A reunião aconteceu por meio de videoconferência, atendendo as normas de prevenção contra o COVID-19, e possibilitando aos clubes de se fazerem presentes na decisão.

Por 7 x 4, os clubes envolvidos optaram pela extinção do ranking. Favorável a medida na primeira votação, o Sesi Bauru dessa vez votou com as jogadoras e foi o voto de minerva para acabar de vez com a polêmica no vôlei feminino. Sesc Rio, Flamengo, Fluminense e Pinheiros foram os únicos a votar a favor da continuidade do ranking.

Ranking da Superliga existia desde 92/93

O ranking existe desde a temporada 92/93, e foi implementado com o objetivo de equilibrar os elencos e a competição nacional. Na Superliga 16/17, os clubes votaram pela extinção da pontuação máxima das equipes, e da numeração de 0 a 7 entre as jogadoras, deixando apenas as sete pontos ranqueadas.

Na temporada passada, os clubes da Superliga masculina votaram pela extinção total do ranking. A medida vem gerando polêmica entre jogadoras, clubes e torcedores há bastante tempo.

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